Né? Foi a pior coisa. Onde já se viu aceitar um absurdo daqueles como se fosse a coisa mais normal do mundo?!
Escrever em um blog de séries te leva a assistir muitos pilotos. Porque, no mínimo, você precisa ter idéia do que se trata determinada série… Assim, se ela ganhar premiações ou se tornar a maior furada da temporada, você saberá do que as pessoas estão falando.

Dito isso, só me resta declarar que Haven é o pior piloto que vi desde Hawthorne, em 2009. Na verdade, a série parece uma mistura de Hawthorne e Happy Town. E aqui me refiro somente aos pilotos dessas duas séries, já que diante da sua qualidade duvidosa, optei por não continuar. Como também não pretendo gastar mais um minuto da minha vida com Haven assim que acabar de escrever esse texto.
A série é baseada no livro de Stephen King, The Colorado Kid, que confesso nunca ter lido. Mas depois de uma rápida pesquisa no Google já posso afirmar sem medo que a história parece ter sido completamente modificada. Se, na obra de King, a protagonista da história é uma jovem jornalista, na série ela é substituída por uma agente do FBI. E é aquela velha história, se em time que está ganhando não se mexe, pra que alterar tanto um texto escrito por ninguém menos que Stephen King, um dos autores mais bem vendidos do mundo?
Pois bem, vamos a série. O episódio começa com a tal agente do FBI, Audrey Parker, sendo enviada para uma cidadezinha no Maine, a tal Haven, para desvendar o assassinato de um fugitivo. É claro que, como em toda cidade de interior em séries de suspense, os moradores não são nada convidativos. Embora não haja aqui velhinhas suspeitas como em Happy Town, há mulheres que mal conhecem seus maridos e sujeitos com problemas de relacionamento. Porque, sinceramente, não dá pra levar a sério um cara que começa o episódio apresentando um problema aparentemente real de insegurança quanto a invasão de seu espaço, e que em menos de uma hora já está magicamente curado.

Se você ainda não viu o episódio, também prepare-se para conhecer Nathan Wuornos, o sujeito sem dor. Claro, isso existe e já é comprovado pela medicina como uma neuropatia hereditária, a chamada insensibilidade congênita à dor, mas a série parece ter tratado do assunto com o mesmo grau insuficiente de conhecimento que eu e o Wikipedia compartilhamos. Bom, mas numa cidade em que uma mulher é responsável pelo tempo, é de se imaginar que não sentir dor é uma coisa praticamente sem importância.
Isso me leva a um dos pontos mais importantes do episódio. Embora tenhamos conhecido a protagonista hoje, e termos testemunhado um papo bastante esquisito com seu superior logo no começo do episódio, que tipo de passado ela teria que ter para aceitar tão rapidamente um desfecho absurdo como aquele? O tempo fica totalmente instável no momento em que uma mulher se estressa e você conclui, quase que automaticamente, que a mudança climática então só pode ser culpa da mudança no temperamento dessa mulher? Por mais que essa seja uma obra de terror-suspense-ficção-científica, seria pedir pouco esperar que ela pelo menos duvidasse, por cinco minutos, dessa tão absurda teoria?
Não menos absurdos são os diálogos e situações totalmente clichês desse piloto. Carros despencando de um penhasco, músicas que insistem em se repetir, neblinas misteriosas (ok, a neblina é quase uma marca de Stephen King, releva-se), mulheres que amanhecem despidas na cama de um estranho e, sobretudo, protagonistas espertinhos que têm sempre uma frase pronta pra qualquer situação.
Sim, o roteiro é a maior furada de Haven. Mas isso não quer dizer que outros pontos importantes fiquem muito atrás. Todas as atuações são pífias e nem a protagonista (Emily Raven, ER) se salva. Embora ela não chegue a envergonhar, em alguns momentos Emily parece estar fazendo uma leitura branca do texto, sem demonstrar emoção alguma.
“Meu nome é Emily Raven e eu atuo com as minhas sobrancelhas.”
Então, já tem argumentos suficientes para não dar uma chance a Haven? Ou será que você, como eu, já gastou seu tempo com essa bobagem? Choremos o leite derramado juntos nos comentários então. Mas, claro, se você gostou dessa bomba, sinta-se livre para reclamar à vontade. Afinal, ter escrito e publicado esse texto num blog não me dá razão, apenas a possibilidade de compartilhar minha opinião.
Poxa Cristal, náo posso negar que é verdade o que vc diz.
Realmente o piloto nao foi bom!
Houve falhas sim, mas nada que não tenha reparo!
Vou ver os proximos episodios; eu tenho uma enorme simpatia com Emily Rose, a atriz principal!
Vou dar a chance e ver um pouco mais!
Bah, que coisa horrível! Desperdicei quase uma hora do meu tempo com essa bobagem. Vi o piloto iludida com a inspiração no livro de Stephen King, mas nem isso conseguiram passar pelo piloto. Um episódio totalmente pobre em criatividade, nem vi até ao final do tanto que me decepcionou.
E eu estava ancioso pra ver, agora vou esperar um tempim pra dar uma espiada!!!!
Nossa…. agora que não verei msm esse piloto….
conehcendo Hawthorne e Happy Tow realmente não tem como oferecer um tempo pra assistir !
Acabei de conferir. Senti uma vibe Everwood meets X Men. E isso é bem ruim. Passando bem longe de agora em diante…
Ainda não vi … mas Dr. House tb nao começou bem … mas depois acabou embalando … a conclusao final so vendo ao menos 5 episodeos!!
O segundo epísódio dá uma melhorado. Ao menos foi o que achei. Mas o piloto também me deu agonia. Mas… Eu detestei True Blood nos três primeiros episódios, então, vou ver mais um pouco.
Não achei um ótimo piloto, mas também não achei horrível.
Também achei um absurdo a protagonista aceitar a mulher controlando o clima como a coisa mais natural do mundo. Acho que eles apressaram muito tudo, ficou meio “forçado”, podiam ter estendido essa história por mais um episódio criando outras situações, não sei.
Enfim, acho que vai melhorar e eu vou continuar assistindo até onde conseguir, hahaha
O piloto fo fraco realmente, a atitude da protagonista aceitando tudo na boa achei muito sem noção, o segundo episódio foi um pouco melhor, hoje vou assistir o 3º para ver se vai melhorar.
Marcelo, achei tão ruim que não tive coragem de encarar o segundo… Mas espero que tenha melhorado!
bom, eu ainda não assisti, mas não acredito que a qualidade de um seriado deva ser baseada em seu episódio piloto, então vou conferir.
eu tou nesse momento baixando os tres primeiros episodios, como as criticas parecem ser negativas na sua maioria, mas tem uma mocada que tambem quer dar uma chance ao menos aos 5 primeiros episodios…vou assistir os tres ao menos e fazer o mesmo..postarei logo as minhas primeiras impressoes.
Achei a série uma sensação. Estranho que alguém que possa ter assistido – e entendido! – tenha a ousadia de falar mal dessa linda série, que foi bem feita, intrigante, um ótimo passatempo, com uma abordagem totalmente diferente de tudo que assistimos até agora.
DEXTER É O MÁXIMO E JÁ VEM A QUINTA TEMPORADA !!!
Ops… não era sobre Dexter, né?
Você é fã de Lost? A última vez que eu não gostei de alguma coisa e me disseram que foi porque eu não entendi foi em relação a Lost. É “bom” saber que há outras séries capazes de provocar essa reação nas pessoas.
Bom, pelo menos concordamoa em alguma coisa… Dexter é realmente o máximo. Mas quem não acha é pq não entendeu né?
COncordo… Só não gosta se não entender.. Assim como Cáprica, The 4400, Flash Foward, etc…
Assisti o 3º episodio foi legal meio assustador mas ainda falta algo na historia, as coisas não são bem explicadas. Então fica sempre alguma coisa faltando, mas vou continuar assistindo.
q pena
eu estava ansioso pra q surgisse logo uma boa serie para substiruir estas q estao acabando… mas pelo visto nao vai ser dessa vez
Vi. Gostei. Muito.
Acho que o que falta nas pessoas é um pouco mais de liberdade pra encarar as ideias (em relação aos acontecimentos ocorridas na série) e falta também identificar o jeito Stephen King de unir “excêntrico com ‘impossível’” de forma banal, já que é a série é baseada num romance dele, seria idiota fugir das marcas óbvias na construção do enredo.
Concordo em partes. É de se esperar que a protagonista não aceitasse aqueles fatos bizarros assim de primeira, mas levando em consideração a personalidade da mesma e seu passado desconhecido, é aceitável que ela acredite no que está acontecendo. Vamos aos fatos: ela é uma oficial da homicídios, esse pessoal vê coisas bem estranhas mesmo além disso essa profissão faz com que as pessoas gostem de explorar o desconhecido e assim, considerar todas as possibilidades. Depois devemos levar em consideração também o passado da mesma, que é desconhecido e repleto de suspense, inclusive um personagem afirma que já conhece a moça, tendo a mesma nunca estando naquela cidade; isso é o tipo de coisa que deixaria qualquer um curioso. E o que em minha para mim foi o mais relevante, o que me fez chegar no quinto episódio e desejar que lance os outros, foi o mesmo personagem trazer o jornal com a foto da criança do colorado, que tinha o mesmo rosto da protagonista. Sei que “a primeira impressão é a que fica”, mas em determinados casos devemos conhecer melhor, dá uma chance, para podermos criar nosso conceito sobre algo. Sou muito fã de suspense, acreditei nesse e ele vem me surpreendendo, tem seus erros, mas qual serie não tem?! Espero muito que vocês voltem a ver a serie ela é bacana.
Beijos.
nao percam tempo assistindo isso, assisti até o 7 esperando que fosse melhorar, mas nao, piora cada vez mais, motivo: existe 2 tipos de serie,
- aquela que quase nao tem ligação entre os episodios num todo (two and a half man, Big Bagn Theory),
- e aquelas que são sequenciais(lost, prison break),
Haven TENTA ter os 2, oque resulta numa perda de tempo horrivel, pois é um ep atras de outro só com encheção de saco, e akele “misterio” por tras, onde só é falado dele nos ultimos SEGUNDOS do episodio, isso quando falam algo, pq as vezes nem isso
Tava achando meio fraca e sem pé nem cabeça no começo.. Mas sei lá, eu vi o nono episódio e achei muito legal. Acho que os episódios estão ficando mais elaborados, e tem uma boa química entre os três personagens principais (embora pouco perceptível no começo).. Vou dar mais uns episódios de chance
É complicado julgar a serie pelo piloto, por que o longo da series as coisas vão se acertando, ficando mais interessantes, as vezes no meio da temporada o personagem ja fica naturalmente diferente do que foi no piloto.
Particularmente a maioria das series que eu assisto e amo de paixão eu ñ gostei do primeiro episodio, series de sucesso e muito premiadas, então sempre antes de desistir de uma serie eu assisto pelo menos uns 6 episodios mesmo que em um intervalo de tempo grande (dado o desinteresse).
A unica coisa que que da pra garantir é que se o piloto foi bom o seriado todo será, por que raramente tem um piloto bom de verdade.
Bacana o blog… Parabens
é verdade the 4400 foi assim…uma pena ter tido problemas de orçamento para a 5º temporada
Caramba Essa serie é um maximo ja estou no 10° episodio e gosto muito…. Acho facil falar de uma serie por causa do seu Piloto, realmente no começo vc nao da nada pela serie, mais conforme vc vai vendo os outros episodios vc comeca a gostar do personagens e das historias… Pra quem ainda nao viu gostaria de destacar o episodio 9 é show de bola… fiquei simplesmente com meus olhos grudados na tv
E pra quem gosta novidade Haven foi Renovada para a 2° Temporada
Entao pensem comigo se nao fosse boa isso aconteceria??? Acho q nao
entao nao escutem comentarios negativos sobre essa serie assistam e veja vale a pena
bjus
Olha, concordo que o primeiro episódio tenha sido mesmo, fraquinho…
Mas, o final da primeira temporada é demais!
Os 13 episódios vão aos poucos prendendo agente na cadeira, não da pra se mexer ou tirar os olhos…
Existem coisas cliches e tal.. existem, mas qual série nao tem né?
Se eu pudesse dar uma dica, vejam a série, vale a pena!
Realmente, com tanta coisa já abordada, onde não existem clichês? A própria vida em si é um clichê, se formos pensar (nascimento, crescimento, envelhecimento e morte… clichê), bem como os sucessivos acontecimentos que encerra. O próprio ser humano é um clichê ambulante, rs!
A propósito, partilho da mesmao opinião: lentamente, a série vai segurando a atenção do espectador – ao menos do espectador curioso ou que simplesmente tenha simpatizado com a “cara” da série desde o primeiro episódio.
Não tive expectativa nenhuma, apenas fui lá, assisti e gostei do conjunto da obra. Posso dizer que ‘Haven’ não é uma série grandiosa (boa parte das grandes séries produzidas está no passado), mas tem os seus atrativos. Vai depender do espectador simpatizar/afinizar-se com eles.
Já estou esperando pela 2ª temporada. A série foi melhorando, tirando a péssima interpretação do ator que faz o Nathan, adorei!
a série nao tem um inicio empolgante mas o decorrer da trama é bastante interessante! e os persibagens vão tomando forma gostei da primeira temporada e aguardo a segunda!
Cristal os ultimos posts deveriam lhe dar a curiosidade de conferir e a partir dai vc aprender que nao se julga uma serie pelo pelo piloto!
Desculpa, mas discordo de você.
Até acho que se eu tivesse achado a série razoável, eu deveria conferi-la. Mas ninguém aqui ganha pra escrever, então eu não tenho a obrigação (muito menos a curiosidade) de conferir uma série cujo piloto eu achei simplesmente horrendo. Da mesma forma que eu não disse a ninguém aqui que quem gostou deveria aprender que a série é ruim e pronto, tenho certeza que eu também não tenho que aprender nada.
Eu gostei. E muito. Pessoalmente, quando vi o piloto lembrei de uma série em anime muito boa, intitulada No-Ein – quem assistiu talvez deva entender o porquê – e da série televisiva Supernatural, com algo que muito remotamente poderia lembrar Fringe.
Assisti o primeiro episódio, que me deu suficiente curiosidade para prosseguir e, asism, fui direto para o segundo, até chegar ao 13º episódio, que encerra a temporada. E o que posso dizer? Estranhei o fato de Audrey, protagonista da história, comportar-se tão naturalmente diante dos acontecimentos sobrenaturais? Não, em nenhum momento. Afinal, trata-se de uma série de “fenômenos sobrenaturais”, não? Baseada em uma obra do renomado escritor de histórias sobrenaturais Stephen King. Por que, então, achar absurdo o comportamento natureba de Audrey? Curioso, sim, eu diria; interessante, sim; mas não irrazoável – haveria uma lógica por trás de tudo aquilo, cedo ou tarde apresentada. Um sexto sentido, aliás, já me dizia que Audrey fazia parte daquilo tudo, de algum modo, hm, misterioso – o que se revelou completamente acertado.
Gosto da fotografia, do cenário, das paisagens (cidadezinha bonita de se ver, dá até vontade de visitar); gostei das atuações do “trio”, gostei, incluso, da química entre os atores. A história-trama vai evoluindo aos poucos, com fluidez e certa solidez – muito embora o roteiro até seja previsível, principalmente para pessoas que já possuem um certo “feeling” para os “mistérios” abordados nesse tipo de série.
Enfim, senti tudo muito agradável aos sentidos. Ao menos até agora. Veremos o que nos prepararam para a 2ª temporada – a qual, certamente, assistirei para conferir.
De todo modo, as impressões variam de pessoa à pessoa, não havendo necessidade de rótulos do tipo “certo” ou “errado”. Ou a pessoa se identifica com a impressão do outro, ou não. E a vida continua.
O que mais concordo, e admiro, no seu comentário, é a sua capacidade de respeitar a minha opinião… Fico pensando, se isso já é difícil num assunto tão banal quanto uma série, imagina em relação a algo sério como a política? Por isso o nível anda tão baixo nessas eleições.
Tivemos visões totalmente díspares sobre a série, ou no meu caso, sobre o piloto, e nem por isso você me ofendeu, duvidou da minha capacidade crítica ou me impôs o seu gosto. Fico realmente grata.
Sobre a série, acho que o fato de você ter visto o primeiro e o segundo episódios de uma única vez deve ter contribuído. Se o segundo episódio já tivesse sido lançado no dia em que vi o primeiro, talvez eu tivesse conferido e tido impressões mais brandas sobre Haven.
Realmente, se não conseguimos entender e respeitar os gostos e diferenças do outro em relação a uma série televisiva, se não conseguimos discordar respeitosamente da visão desse outro em relação à coisas simples e até banais, há de ser muito mais difícil fazê-lo em relação a assuntos de real relevância para nossas vidas.
Retornando à série, tive, digamos, a sorte de encontrá-la completa para baixar. Baixei o primeiro episódio e assisti. O que posso dizer em linhas geras é que tive um “contato empático” com o que vi. Os ambientes, a fotografia, a “química” entre os personagens principais (Audrey e Nathan), o conjunto da obra, por assim dizer, me despertou em mim essa “resposta vincária emocional”. Concomitantemente, minha curiosidade despertou o meu interesse pela trama (meu lado “detetive sobrenatural” falou alto nessa hora, rs) e então disse a mim mesma “Muito bem, é isso: vou pagar pra ver, ou melhor!, baixar pra ver”. E foi assim, de episódio em episódio, que cheguei ao 13º da primeira temporada sem ao menos perceber o tempo e já na esperança de retomar a trama na próxima temporada (e então confirmar ou descartar algumas hipóteses “famigeradas”, rs).
Não nego que desde o primeiro episódio algumas situações me pareceram tremendamente previsíveis – não me surpreendi que ao longo da temporada e no final dela minhas hipóteses foram todas confirmadas -, mas, curiosamente, isso ao invés de me afastar da série, aproximou-me mais. Isso, claro, e a empatia que tive com as personagens/atores principais (há situações protagonizadas por Nathan em relação a Audrey que me parecem de uma intensidade velada e de uma beleza tão simples, que meu romantismo barato não deixa de divisar… e de se cativar, rs).
Enfim, como eu disse outrora, são impressões, elas variam de pessoa para pessoa e podem mudar com o tempo. Se a segunda temporada conseguir o grande feito de frustrar a minha empatia desperta pela primeira temporada, não terei problema em deixar de assistir a série. Mas torço que não. Seria uma opção a menos no meu já restrito cardápio de séries atuais.
Um brinde à tolerância ideológica, Cristal, e até uma próxima! Sucesso no blog!
o ppiloto foi ruim , mas o episodios seguintes foram melhorando.
Já assisti a todos os episódios da primeira temporada.Gostei muito da série.E a Audrey só aceitou os fatos logo no início(a mulher que mudava o tempo,rs), porque na verdade, ela também faz parte de tudo aquilo, ela era moradora da cidade.Mas isso, só assistindo é que vão descobrir.
Só digo uma coisa, quem já leu Stephen King deveria esperar por coisas assim. Assisti a primeira temporada inteira, mesmo nao sendo muito fã de séries, e só digo uma coisa, as coisas absurdas fazem sentido!
Hm… quer dizer… se vc aceitar o jeito King de ser… haha!
Adorei, e estou ansiosa pela proxima temporada!
Eu tb achei que era fraca no começo, mas começou a ficar muito interessante….. não vejo a hora de começar a 2ª temporada….
No começo achei meio estranho a naturalidade com que as pessoas aceitaram as coisas. Mas o que aconteceu no último episódio muito pode contribuir em uma explicação para isso. Não vou falar o que é para não ter spoiler no comentário, mas quem viu sabe o que é.
Gostei muito da série e já aguardo a próxima temporada. Realmente as coisas não são “bem explicadas” como em Fringe, mas são interessantes os casos que acontecem em Haven mesmo assim.
Se alguém está em dúvida: vale a pena conferir.
Mesmo depois de já ter visto o piloto (e ter odiado), resolvi dar uma chance aos outros 12 episódios que eu já tinha baixado e ver toda a primeira temporada de Haven. Foi a pior coisa que fiz.
Se você achou o piloto ruim, é porque não viu o resto. A forma como a protagonista aceitou todas as bizarrices que apareciam a cada capitulo era de deixar qualquer um maluco. E o seu superior, então? O retorno dele à cidade não acrescentou muita coisa, porque não respondeu perguntas, ao contrário: deixou dúvidas.
Mas, depois de três horas vendo isso, me pergunto: quando Hollywood vai entender que adaptar para a TV ou cinema as obras de terror/ficção científica do Stephen King é garantia de bomba?
Alguém, acaso, já considerou esta simples possibilidade: que a aceitação imediata da absurdez dos fatos seja PROPOSITAL?
A série está na sua primeira temporada, e, a julgar pelo último episódio desta – que deu uma ótima pista do porquê de Audrey “aceitar tão naturalmente” a sobrenaturalidade de Haven – as explicações irão surgindo GRADUALMENTE, ao longo da história. Não à toa, é chamada de série: sua história vem em SÉRIE, em sequência. Se Lost demorou seis temporadas pra chegar àquele resultado de puzzle em puzzle, por que com Haven as respostas têm que, necessariamente, ser “de cara”? Haven, assim como Supernatural e Lost, é uma série que aborda o sobrenatural, e é inspirada numa das obras de Stephen King, logo… paciência. É de mistério, de enigmas, puzzles, enfim, da velha fórmula chamada “embromation” que estamos falando.
De todo modo, eu gostei. Mas mesmo se não tivesse gostado (como não gostei de Lost, p.ex.), compreenderia (como compreendi com Lost) que séries-puzzles se explicam com o tempo.
A serie é ótima e só quem assitiu ela toda sabe o porque da aceitação tão rapida.
A série é um lixo, as atuações, uma porcaria. Nunca vi uma série onde NENHUM ator seja bom. E olha que vi Persons Unknown.
O pior é o enredo, pífio, fraco, clichê, falhas e falhas e falhas de lógica.
Haven é um Scoody-Doo sem graça. Apresenta um mistério, mostra um possível culpado, depois resolve. E todos acham absurdamente normal.
Só os personagens mesmo entendem aquela briga entre o Nathan e o Duke. As atuações de ambos nunca conseguiram passar esse clima de “eu não lhe suporto” que querem vender.
Quer saber, assista o primeiro episódio, depois, o último. Não vai perder nada, nem o seu tempo.
Previsível, mal escrita, pessimamente dirigida com os piores atores da TV.
E o desfecho, nossa que original!
Realmente, o piloto foi um horror, mas a série vai melhorando lá pro epi 3 ou 4, ainda não prendeu tanto a minha atenção, mas vou continuar a ver.
Eu amei essa série, tem pessoas ignorantes que não entendem a série e ficam dizendo que ela é horroroza e talz.
A série é muito boa e tem suspense, o idiota que diz q a série é uma M, ou outra coisa, q esse tal vá pra PQP, prq as pessoas que gostaram não tem q aceitar nem suportar cada comentario idiota que um ignorante qualquer vem aki e posta!!
Eu respeito cada opinião de cada um aqui, só acho q eles não precisão chingar a série nem nada desse tipo!
Impressionante!!!
Como alguns diretores e atores tem o dom nato de destruir grandes obras.
O nome dessa série deveria ser “O assassino de Stephen King” “O Exterminador de grandes obras” ou sei la o que…vamu combina néh galéra esse cara num tendi nadica de suspense e com ceteza num deve tê lido u livro antes de fazer a adaptaxaun.
OSHI.
Segunda temporada? AHHHH não!!!
Eu devo estar sonhando ou maconhado.
OMG como eles conseguiram tamanha façanha?
Como o piloto passou no teste?
Será que foram as crianças que deram tanta audiência? ou o público de Haven é o mesmo de Desperate Housewives?
Owshi.
Acho que não…se formos parar para pensar as crianças de hoje estão mais antenadas, e as mulheres mais ainda.
Hummm…me ajudem a chegar a uma conclusão por favor…essa meleca parece sessão da tarde.
Eu tinha certeza que FLASH FORWARD tinha tudo para ficar mais próximo de Lost e foi CANCELADA só Deus sabe porque.
E eu também tinha certeza que Haven ia ser cancelada e olha ai: ERREI DE NOVO!
AHH já ia me esquecer.Deus existe gente!
Como diz o ditado “depois da tempestade vem a bonança”…HAHAHA…que merda de bonança nada!
Vem aí nada mais nada menos que J.J. Abrams e ALCATRAZ.O cara é fã incondicional de Stephen King, conhece toda obra do mestre e se inspira nele pra criar seus suspenses.
Sendo assim: da para imaginar o que ele vai aprontar com A Rocha mesmo não tendo nenhuma referência com Stephen King.
Nós FÃS agradecemos e muito, finalmente Stephen já tem alguém para deixar o seu legado. :)
Enquanto isso vamos continuar jogando terra na cova de Haven.
Xauuuuuuuuu
Não havia suspense nem terror, marcas registradas de Stephen King, não convenceu, fiquei só no piloto
Ouvi fala dessa serie e resolvi ver por ser coisa do sr king…
Recomendei pra um amigo (pasmem) q viu e gostou e eu n tinha vista ainda.
Quando assisti vi a bomba com todos esses defeitos sitados ai na resenha.
Como gosto de me torturar resolvi ver o ep 2…ep com os mesmos problemas do piloto ou até pior. Não vejam msm, não se salva essa serie, mas tem louco pra tudo, meu amigo ainda ta vendo!!!!!!!!!!!
Como estava órfã de séries de syfy na época que comecei a assistir, dei uma chance a Haven, mesmo não curtindo os cinco primeiros episódios.
Hoje sou fã e torço para que tenha a terceira temporada. O mistério de Haven prendeu minha atenção.
(Mesmo reconhecendo como pífia a atuação do Lucas Bryant [Nathan]).
Eu tava procurando na Internet a trilha sonora dessa série quando me deparei com sua crítica e até agora ainda não sei pq resolvi ler. Tem toda a liberdade do mundo para expressar sua opinião, mas não dessa forma deplorável pq a série, na minha opinião, é ÓTIMA! Comecei a ver a 2ª temporada agora e digo sem sombra de dúvida q estou gostando demais, mais do q a 1ª, aí vc vem e faz um texto desse acabando com a série, muitas pessoas q não a conhecem, se lerem isso aí acima, vão passar bem longe… Afirmo q amo a série desde vi o 1º episódio, mas tudo bem, todo mundo tem seu gosto e o direito de expor suas opiniões, mas espero q tenha mais cuidado ao fazer seus textos pq, eu por exemplo, não perco mais o meu tempo vindo aqui!
Brunna,
Se ler um único texto contrário a sua opinião lhe faz não querer mais retornar a um site, então eu sinceramente fico feliz em saber que você não vai mais voltar.
É muito fácil dizer que “todo mundo tem direito de expor suas opiniões” mas depois me avisar pra ter “mais cuidado ao fazer seus textos”. Cadê a congruência?
Eu também achei que o primeiro episódio deixou muito a desejar. Ela aceitou tudo muito rápido e, sinceramente, os efeitos da série são horríveis.
Mas continei a assistir e tenho que dizer que agra sou completamente apaixonada por ela. Pra quem continuou a ver, sabe o porque ela aceita tudo tão bem, porque as outras pessoas também parecem não se importar tanto ou o motivo do conflito entre o Duke e o Nathan.
E a série tem uma trama muito boa, por sinal. A cada episódio você chega mais perto de descobrir o que acontece em haven e o porque.
Então, eu sei que o piloto é ruim, mas eu recomendo dar uma chance e continuar, porque a série realmente vale a pena.
Assisti as duas temporadas inteiras de Haven e não só ‘o piloto’, que não passa do que realmente é; um programa piloto,ou seja, um teste para verificação e correção de falhas. A série é maravilhosa, porém extremamente intelectual, o que para alguns pode ser descrito como ‘ruim’. Stephen King é um gênio, porém a adaptação de The Colorado Kid é muito melhor. Uma sugestão, se for assistir a adaptação de ‘Bag of Bones’, preste atenção ao roteiro, ligue o tico e o teco e faça um comentário consciso ok? Obrigada.
Realmente HAVEN é bom d+ estou na fissura esperando o retorno de haven falar que a série é ruim eh comentário de NOOB mesmo que insiste idiotamente em avaliar série por episódio piloto, desde o começo do péssimo… COMENTARIO “critico” ve-se que só quem é ruim é o comentarista que não foi nem um pouco imparcial na sua avaliação e de inteligência ZERO mesmo no piloto o nível intelectual requerido não foi encontrado no critico.
Confesso que comecei assistindo por estar entediada e que só importou o nome “Stephen King”. De primeira achei tão idiota, tão sem tempero, mas já ao final da primeira temporada eu me sentia apaixonada e querendo ver mais. Realmente, quem vê apenas o piloto desiste. Siga vendo os episódios e vc acaba gostando. Concordo que não é “A” série, nem tem “OS” atores. Mas é “assistível” e consegue te segurar depois dos 3 primeiros episódios…
Também vi e não curti. O que achei mais bizarro foi a protagonista ter aceitado tudo aquilo que aconteceu. E as atuações eram ótimas -n ahsuahsa