Caio, a audiencia de HIMYM beira os 10 milhoes na audiencia geral e faz geralmente mais de 3.7 pontos na audiencia qualificada, entao houve uma baixa nos numeros consideravel.
Nada como ser surpreendido positivamente. Eu já esperava que Mad Love, nova aposta cômica da CBS, fosse boa pelas promos. Assistindo ao piloto da série, vi que era ainda melhor do que eu imaginava. É clichê? Sim. E aí a gente cai naquela velha história do clichê feito corretamente. De fato, Mad Love não tem nenhum elemento que a diferencie de uma pá de sitcons (atuais ou não), mas faz seu trabalho direitinho: Divertir e cativar!
Produzida por Matt Tarses (Scrubs) e Jamie Tarses (My Boys), a série vai seguir o dia-a-dia de quatro jovens em Nova York. Enquanto dois deles procuram o amor, dois estão tentando fugir, sem perceber que, na verdade, são feitos um pro outro. Não é exatamente o plot mais original do mundo, mas ainda assim a série consegue se sair bem e apresentar de maneira satisfatória sua história e seus personagens. Em grande parte, graças ao elenco, que não pecou.
Temos Jason Biggs (eternamente conhecido por American Pie) no papel de Ben, um advogado e romântico a moda antiga. Procurando de toda forma uma maneira de terminar seu relacionamento, pois ele não produz fireworks (referência ao episódio, que em vez de ser classicamente nomeado de Pilot, recebeu esse nome), Ben é amigão, boa pinta e, ao lado do melhor amigo Larry (interpretado por Tyler Labine, Reaper) forma uma ótima dupla. Os dois possuem uma boa química, o que fez com que as cenas entre os dois não se tornassem chatas ou cansativas. Claro que o roteiro com boas piadas também ajudou.
Labine ainda é o responsável pelo voice-over da série e, talvez por isso, tenha sido o personagem que eu achei mais engraçado nesse episódio. Ótimo como ele consegue mesclar o humor a qualquer situação e sempre fazer uma boa tirada. Nada delicado, o personagem ainda fez parte da melhor dupla do episódio, ao lado de Judy Greer (Arrested Development) e sua fantástica Connie. Melhor amiga de Kate (Sarah Chalke, a Dra. Elliot de Scrubs), a mulher por quem Ben acaba se interessando a primeira vista, Connie é durona e apresenta resistência a qualquer tentativa de aproximação feita por Larry. Os dois atores se saíram muito bem e tamanha hostilidade partilhada por Connie e Larry, na verdade, esconde o fato de que eles são feitos um para o outro.
Kate e Ben também convencem como casal. Protagonizam tanto cenas engraçadas, como cenas bonitas. Têm química e, se bem desenvolvidos, podem se tornar ainda mais cativantes e interessantes de se assistir. Quem também deu as caras e que pode render bons momentos caso continue a aparecer na série, foi Sarah Wright, como Tiffany, mãe dos bebês que Connie cuida.
Como grupo de amigos, os quatro também funcionam muito bem. O roteiro no tom certo, sem soar forçado ou sem graça, é outro fator que também ajuda muito. Acredito que a série tem sim um bom potencial que, se desenvolvido de maneira correta, pode deixá-la ainda melhor de se assistir. Por agora, o que temos mesmo é um piloto correto, divertido, cativante e promissor. E se tratando de séries de comédia, esse é sempre um bom começo. Os 20 minutos, ao menos pra mim, não se arrastaram e pareceram mesmo 5.
A audiência de estreia foi modesta; 8,74 milhões de viewers e 3.0 adultos entre 18-49. Nada muito badalado, mas também nada – pelo menos a princípio – preocupante. A encomenda de 13 episódios para essa primeira temporada está feita. Certamente vou assistir mais alguns episódios da série e, se o nível se mantiver e Mad Love mostrar que sabe desenvolver o potencial que tem, torcerei muito para que esse número suba o suficiente para uma renovação.
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PS: Não queria falar disso, já que todo mundo tá falando, mas confesso: Também senti How I Met Your Mother feelings na série.
Caio, a audiencia de HIMYM beira os 10 milhoes na audiencia geral e faz geralmente mais de 3.7 pontos na audiencia qualificada, entao houve uma baixa nos numeros consideravel.
impossivel assistir e não lembra de HIMYM, vendo eles na cidade, nos bares de NY. Mas não deixou a desejar. So fico pensando se eles vão ter toda dinamica de “met you mother” que é o que ela tem de melhor.
Nem vi a série, nem pretendo… Mas, pela segunda foto do post, não dá pra evitar a comparação com HIMYM.
sem duvida que a comparaçao com HIMYM é inevitavel, nem que seja pela relativa importancia de Sarah Chalke em HIMYM.
Gosto imenso do casting escolhido para esta série, os dois actores principais são bastante conhecidos e reputados em papeis de comédia (American Pie e Scrubbs).
Tem tudo para dar certo, se nao se colar demasiado à formula de How I met your mother.
Pq HIMYM só há um e é optimo
Vale lembrar que a diretora da série, Pam Fryman, trabalha como diretora e produtora executiva de How I Met Your Mother. Então, qualquer semelhança pode não ser mera coincidência. Vou conferir a série ainda, mas pelos comentários, acho que vou gostar. :D
Já vi 3 episódios e estou gostando da série.
Eu recomendo!
To assistindo e to gostando muito, já vi até o quarto episodio até agora, que achei o melhor por enquanto, mas sem tirar os creditos dos outros que foram muito bons tb. Mas enfim, o que eu queria saber é se teria a chance de vcs fazerem reviews dessa série??
Eu curti bastante…achei as mesmas coisas que vc disse.
Ver Sarah Chalke com Jason Biggs (que lembra mt um Ted Mosby) n tem como n pensar em HIMYM, além da parte do bar e td mais. Mas achei a série simpática o suficiente para continuar assistindo.
Sempre gostei de Chalke e Jude Greer como atrizes. Mr surpreendi com Jason Biggs, pq ele mandou mt bem. Já Tyler Labine soou um pouco exagerado, mas nada preocupante. Mas a mãe dos bebês Tiffany é bem caricata…não gostei não. =x
A audiência foi muito boa se a gente ver que veio depois de HIMYM que sempre consegue por aí também. Espero mesmo que a série dê certo e que tenham um longo caminho pela frente, acertando no tom.
Ótima análise Ale. =]