Obrigado, lucia!
Que bom, fico feliz que, por enquanto, dos nossos leitores que comentam aqui, nenhum se decepcionou com a série! Vamos juntos rumo ao 1×02!

Deixei bem claro no meu Que Série é Essa? sobre Off The Map que minhas expectativas, apesar de estarem num nível alto, estavam contidas, pelo meu medo de me desapontar com a série. Após assistir ao piloto desta nova promessa da ABC com drama médico shondarhimerizado, posso dizer: superou minhas expectativas, mas ainda não mostrou ao que realmente veio. O nome dado ao episódio foi Saved by the White Hope.
Geralmente quem é apaixonado por séries, principalmente, assiste ao piloto de uma série e já consegue enxergar se ela vai te pegar de jeito ou se a produção não tem aquilo que você procura numa boa história contada pela televisão. Existe uma terceira possibilidade rara e é justamente nela que me encaixo com Off The Map. Esta terceira possibilidade é aquela que te faz ponderar sobre a produção, se ela realmente é boa ou não, porque em seu piloto as coisas chegaram a acontecer, mas no final do episódio você percebe que nenhum cliffhanger foi desenvolvido para segurar a audiência.
Não é necessário que uma produção tenha vários cliffhangers e, na verdade, algumas pessoas não gostam tanto deste artifício. Entretanto, a trama se tornará monótona se os episódios seguintes forem exibidos com a mesma lógica do primeiro: um caso central, histórias paralelas que começam e terminam no episódio e ponto. Eu não discuto a genialidade de Shonda Rhimes e nem de seu maior filho como um todo – Grey’s Anatomy – mas é justamente este um dos erros que alguns episódios de Grey’s recai: um caso, pequenos casos parelelos, ponto. A vida dos doutores é importante e em Off The Map muito do que nos fora contado neste primeiro episódio é, no mínimo e na minha opinião, piegas.

Dra. Zita Alvarez é a médica local que odeia americanos por conta das inúmeras experiências que teve com tais. Pelo que já experimentara, eles sempre correm no final, por não conseguirem lidar com a dura realidade da cidadezinha localizada em algum lugar na América do Sul, como explicita o início do piloto da série.
Já Caroline Dhavernas com sua Dra. Lily – que aliás, está mais a cara da Fernanda Vasconcellos do que nunca – chegou a convencer em alguns pontos do episódio, como quando salvou a vida de Ed Greenman, mas colocar o motivo de sua desistência à residência da profissão que escolhera para sua vida no fim de seu noivado, mostrou que talvez ela não seja tão determinada quanto parece. Ainda não sabemos como foi que este noivado chegou ao fim, mas, enfim.
Mamie Gummer e sua doutora Mina Minard também convenceram, principalmente naquele diálogo sobre cavalos e zebras. Porém, não consegui enxergar, ainda, todo o potencial que Gummer tem para oferecer. Sua personagem, depois de um erro de julgamento, matou uma criança, depois de ter confundido miningite bacteriana com uma gripe. Essa é a sua desculpa para ter chegado até ali. De todos, é a mais plausível. Em sua primeira verdadeira ação como médica na clínica, um erro de julgamento quase fez com que sua paciente de 80 anos morresse de asma, enquanto ela havia erroneamente diagnosticado gripe. Novamente.
Dr. Fuller talvez seja aquele que, agora, no primeiro momento, tenha me cativado menos. Mas, depois de ouvir sua história e do tom usado por ele para salvar toda a família com tuberculose, eu talvez dê algum crédito a ele nos próximos episódios apesar de todos os pesares. Seus pais fizeram com que ele fosse à faculdade e tudo o que ele fez foi festejar. Depois, na residência, tudo o que conseguiu fazer e aprender foi cirurgia plástica, enquanto o que seus pais queriam era que ele se tornasse um médico que pudesse realmente ajudar às pessoas além da questão estética. Então o que ele super maturamente fez? Brigou com toda a família, deixando-os de fora de sua vida.
Sobre os Drs. Otis e Ben descobrimos pouco. Parece que rola algo entre Otis e Zee, mas não consigo dizer se é real. Sobre Ben soubemos um pouco mais. Primeiro, ele é um médico que faz de tudo para salvar seu paciente – e a água de côco servindo como sangue para Ed quem o diga!!! -. Em segundo lugar, mal chegaram na cidade e o dr. já é objeto de desejo de Lily e Mina. Em terceiro, com a aparição da dra. Ryan, a gente entende que Ben espera por alguém. Provavelmente algum amor que o deixou por um motivo que ainda não sabemos.

Agora, um comentário geral sobre o episódio. Paisagens incrivelmente lindas, com tomadas aéreas sensacionais. A praia onde foram filmadas as cenas inicial e final do piloto é simplesmente surreal (e pode ser visitada, na Havaí). De todos os personagens que conhecemos, 5 deles saltaram no mar de uma altura razoável. E direi mais: fiquei com vontade de também dar aquele salto! Sobre o caso central do episódio, achei bem conduzido. O Firefly Lake é outro lugar sensacional do vilarejo. O cara com uma arraia no pé também foi uma ótima recepção aos doutores!
Off The Map me deixou intrigado. Pelo piloto apresentado, acho que minhas expectativas para a série, no geral, se tornarão mais altas do que a série conseguirá suprir. Por outro lado, espero muito estar errado e ser surpreendido pela produção, porque se dependermos dos nomes por trás dela, a possibilidade é quase real!
As reviews semanais da série você confere aqui no Apaixonados. Até lá, episódio 1×02, Smile. Don’t Kill Anyone.
Obrigado, lucia!
Que bom, fico feliz que, por enquanto, dos nossos leitores que comentam aqui, nenhum se decepcionou com a série! Vamos juntos rumo ao 1×02!
Muito expextativa p ver essa série!! Isso, pq sou fã de Greys….Depois q ver o epi eu volto p ver
ps: o piloto de greys,se n me engano, tbm n tem nehum grande cliffhanger, tem?
Sim, realmente… Se não me falha a memória, não existe mesmo nenhum cliffhanger. E, se também não me falha a memória, fiquei com o pé atrás com Grey’s, mas, logicamente, fui mais do que surpreendido pela genialidade da Shonda!
Torçamos para que aconteça o mesmo com OTM!
Agora que vi posso dizer que gostei muito
Achei bem parecido com greys, não na história ou nos personagens, mas a série tem o “jeitinho greys de ser”, se é q vcs me entendem….Acho que a série possui um longo caminho pela frente e muita história a ser contada. Veremos
É, acho que o que nos resta é realmente esperar! A partir do 1×02 já teremos uma boa ideia do que a série pretende!
=D
Eu gostei, curti… vamos ver no que dá!
Como disse o Vitor, o piloto de Grey’s tbm não deixou nenhum cliffhanger
Também gostei, Jasmine, e até superou minhas expectativas, que estavam altas… Agora, minha preocupação é o que está por vir! =D
Espero mesmo que a série se torne algo com conteúdo e que os personagens cresçam muito!
=D
Como você disse no começo do texto, Lucas, pessoas que costumam assistir várias séries, apaixonados por série, sabem quando uma história vai ser interessante pra elas. Off The Map não me pegou.
Eu tinha expectativas normais pra história proposta, e foi muito interessante ver o cara com o ferrão da arraia no pé, o dr. fazendo uma transfusão com água de côco etc. etc… isso foi interessante. Mas não é só de casos que sobrevive um seriado, é preciso empatia com os personagens centrais e isso não aconteceu comigo. Não deu o “clique”.
Pra mim Off The Map foi bem morna e agora estou na dúvida: dou mais uma chance e assisto o 2×02?
Adorei a review, parabéns!
Oi, Carol.
Eu também esperei pelo “clique” o episódio todo, mas como o piloto não foi de todo ruim e os artifícios usados para salvar os pacientes foram realmente bem explorados, ainda darei chance à série. Afinal, em seu elenco temos nomes bons!
Se eu puder responder à sua pergunta, diria para dar mais uma chance e assistir ao episódio 2. Esperemos pelo “clique”.
Obrigado!
Nem peguei e já tô em dúvida. Série médica não funciona muito comigo, e mesmo a locação diferente já perdeu o charme. Sei lá, talvez eu pegue a temporada no final se elogiarem bem.
Eu diria para dar uma chance se você gostasse realmente de série médica. Agora, já não sendo fã do gênero, talvez não seria uma boa ideia. Se ao longo da temporada a série provar que não é mais do mesmo, ficarei contente! Gostei do piloto.
A paciente da DR Minard nao morre, ela da uma de suas bombinhas (para asma), e como agradecimento, a senhora da uma galinha para ela.
No geral, o piloto nao alcançou minhas expectativas, a Shonda é capaz de muito mais.
Oi, Júnior. A paciente dela não morre mesmo e não foi o que eu disse na análise. O que eu disse na análise é que a médica, por um erro de julgamento, matou uma criança, enquanto ainda fazia residência, por causa de um erro de julgamento. Ela QUASE cometeu o mesmo erro com a senhora de 80 anos que a presenteia com a galinha por ter salvado sua vida.
O piloto – e nem a série -, é preciso deixar bem claro, não é escrita pela Shonda Rhimes. Off The Maps é criada e produzida por Jenna Bans e o piloto foi escrita pela própria Bans!
Ai, não gostei. Achei sonolenta (quase dormi assistindo), faltou carisma em TODO o elenco, faltou uma situação tensa (não precisava ser cliffhanger, podia ser algo que me prendesse no caso mesmo), faltou sal em tudo… Clichê, caricatual… E tem umas situações absurdas. Tipo, helicoptero esperar paciente quase morrendo satisfazer seus desejos? Pular daquela altura (nem achei tão razoável) de um penhasco e ficar rindo quando cair no mar depois?
Sei lá… Não me convenceu. Tô decidindo ainda se volto ou não. :(
De qlqr forma, ótima análise, Lucas. Acho que vou ler tua review do 1×02 pra decidir se volto ou não hahaha
Leia sim, Alê. Se a série melhorar, minha review estará explicitando isso.
Não achei o piloto de todo ruim. Como eu disse na análise, tem seus momentos. É claro que não é aquele piloto que te prende e te faz ansiar pelo próximo episódio logo, mas, é interessante. E torno a repetir, tem dedo da Shonda no meio – mesmo que somente na produção-executiva -, então, darei um crédito.
Quanto às situações mencionadas, o pulo é completamente normal, acontecível e provavelmente é de uma adrenalina surreal. Com certeza não colocariam uma coisa absurda dessa acontecendo como se fosse uma coisa tão natural, ao ponto dos personagens rirem disso, se não fosse algo concreto, válido, acontecível. A produção com certeza faz pesquisas antes, para levar à série o máximo de realidade possível. É a mesma coisa do lago brilhante e da água de côco. Tudo verdade!
Agora, não achei nada plausível a parada do helicóptero esperar o paciente se despedir de sua esposa, devido ao grave estado de quadro clínico… Enfim, deixando seus pequenos erros de lado, a produção é assistível. Pelo menos até o próximo!
Lá, veremos como ficamos!
A análise é ótima.
Mas eu fui assistir e sinceramente? Achei bem fraquinha. Copia pasteurizada de tudo o que há por ai (e muitas vezes o original já nem é lá essas coisas).
Eu acho que vocês do apaixonados poderiam começar a fazer análises de outras séries.
Californication? Alguém?
Boardwalk Empire?
The Pillars of the Earth que foi uma puta serie aclamada vcs so fizeram duas analises ou algo assim não foi? (não sei ao certo – estou perguntando e não afirmando)
Ou aumentam o quadro de colaboradores ou limam essas séries que ninguém vê – ou séries segmentadas demais.
Gregory,
Concordo que às vezes deixamos de cobrir certas coisas que deveríamos, e normalmente isso ocorre por dois motivos: ou ninguém gosta da série a ponto de acompanhá-la semanalmente e querer escrever, ou não tem público que justifique uma review. Porque sim, sem hipocrisia, é foda escrever pras paredes.
Quanto as séries que você citou, Californication, particularmente, larguei no fim da primeira temporada. Adoro finais felizes (maniqueísta, whatever, me faz feliz) e gosto de imaginar Karen e Hank pra sempre juntos. Não sei se mais alguém por aqui assiste.
The Pillars of the Earth cobrimos quase inteira, aqui os posts: http://www.apaixonadosporseries.com.br/?s=The+Pillars+of+the+Earth
Já quanto a Boardwalk Empire realmente falhamos. Uma das nossas colaboradoras ia cobrir mas teve problemas pessoais e precisou se ausentar por um tempo do blog.
Colaboradores novos? Já somos tantos! Se a gente achar que precisa mesmo, nos viramos nos 30 e damos conta.
Agora eu acabei de ver que Camila já tinha respondido você mais acima… Resumindo, todos os meus comentários nesse post foram inúteis.
Oi, Gregory.
Eu fiquei com minhas expectativas elevadas por ter o dedo da Shonda Rhimes no meio. Ainda estou dando créditos à série pelo que de bom ela apresentou neste primeiro episódio.
Leia a review do 1×02 quando sair… Se o episódio for realmente bom, talvez a série mereça uma segunda chance!
Obrigado pelo comentário e elogio à análise! =D
Perdão! Vcs comentaram SIM o The Pillars of the Earth!
Tá perdoado. Só vi esse seu segundo comentário agora, por isso o primeiro com o link.
Eu gostei.
O piloto foi bem o que eu esperava. Não tenho do que reclamar.
Ótima Reviewww!
Eu fuia ssistir ocm uma expectativa moderada, talvez até acima disso, e me satisfez, pois superou minhas expectativas, e me deixou com vontade já de assistir ao próximo episodio, pena que ñ tem ainda, rsrsrs!
é isso, até o próximooo episodio!
É sempre bom quando a gente não espera muito de uma produção e, não só por isso, ela nos surpreende!
Apesar dos meus receios, estou com vontade de assistir ao segundo episódio!
Até lá!
Tem muita coisa pra ver. Pode até te sido morno esse piloto, mas com Shonda por trás disso, essa série terá seus altos e baixos, assim como GA e PP.
Torço para que dê certo é um projeto bem ambicioso (yn)
Percebe-se logo que é um trabalho de muita pesquisa, essa da água de coco foi genial! Vão nos mostrar coisas incríveis que podemos fazer para salvar vidas.
Assisti só hoje e achei que deveria comentar, porque apesar de alguns comentários negativos, eu adorei a série. Nada surpreendente ou que impressionasse logo de cara, mas achei os personagens interessantes até certo ponto e acho que eles podem crescer muito. Fora as inúmeras situações bizarras que a série pode explorar.
Além de tudo isso, junta-se ao enredo aquele cenário espetacular que dava muita inveja. Acho que podemos ser premiados com mais uma boa série da Shonda, é esperar pra ver. Eu continuo na jornada.
Ah Lily é absurdamente parecida com a Fernanda Vasconcelos mesmo e aquela pedra que o Fuller passa quando está indo atras do paciente é muito familiar, acho que a vi em Lost kkkk
E também morri de vontade de dar o mergulho. Ótimo post Lucas! Abração!
Lucas, vou te contar, sendo uma viciada em Grey’s como sou, é dificil ver Off The Map sem comparativos…
Passei o epi inteiro vendo Ben como Mcdreammy e o Otis como o Burke (Principalmente qdo ele “castiga” o novato ingênuo, igual ao que foi feito c/ George no piloto de Grey’s).
Enfim, poderia fazer um texto identificando cada personagem em Off The Map que já esteve/está em Grey’s Anatomy, mas vou tentar acompanhar a série e dar o crédito a Shonda (ela merece, mesmo dps de Private) de q mesmo c/ situações semelhantes, ela saberá conduzir os personagens para algo novo e inesperado!
Gostei das atuações e dos improvisos médicos… E o cenário me fez matar as saudades de Lost =D
No mais é esperar que Off The Map não acabe como Private Practice, sem histórias que prendam, sem personagens interessantes e sendo mantida apenas pelo sucesso de Grey’s.
Ótimo review… No meu caso fui com espectativas super altas e fui correspondida… Que venha o 1×02!!!