Tomara que você goste também, eu adorei! Obrigada pelo comentário ilustre!!! ;)
Quando fiquei sabendo de Wilfred, eu quis assistir por diversos motivos. Um deles é achar que, mesmo nunca tendo o visto em comédias, Elijah Wood tem um rosto propício pra isso (eu juro que sempre que vejo a imagem do Johnny Depp caracterizado de Chapeleiro Maluco eu fico achando que é o Elijah). Outro é que a história é non sense, isso não tem como negar. Mas o motivo maior foi que, convivendo com cães desde que nasci, acho lindo observar que cada um tem uma personalidade completamente distinta, assim como os humanos. Cada um tem suas loucuras, seu jeito de andar, seu jeito de demonstrar felicidade, seus gostos, etc. Pra mim é algo fascinante. Em Wilfred, temos um espécime bastante maluco.
Wilfred já começou naquele espírito de comédia cheia de personagens malucos que faz a gente ficar cheio de expectativas. Ryan (Elijah Wood) escrevendo sua carta de suicídio (com o detalhe de que já estava na terceira revisão), tentando se matar enquanto observava os vizinhos e, depois de um tempo, ficando extremamente frustrado por não ter morrido, foi hilário.
Então Jenna chega se apresentando e pedindo para que ele cuide de Wilfred. E aí começa todo o mistério da série. Porque ele enxerga Wilfred como se fosse uma pessoa vestida de cachorro? Todos o enxergam como cachorro, dá pra ver no jeito que o tratam, não há dúvida.
A princípio Ryan não simpatiza com Wilfred. Este fica dizendo ao protagonista que ele está muito estressado, que deve se divertir, pede para sair, para jogar bola… tenta mostrar uma vida mais leve ao personagem de Elijah, que fica resistindo por muito tempo. Também, com a irmã que ele tem, quem não resistiria a se sentir feliz?
Até que Ryan aceita entrar no pátio do vizinho para buscar a bola que “sem querer” foi parar lá. E eles acabam entrando na casa do plantador de maconha. Essa parte me deixou um pouco desconfortável. Não simpatizo com piadas escatológicas, normalmente a vergonha alheia que sinto do protagonista da piada é grande demais…. Mas no fim das contas foi justamente por isso que Ryan começou a relaxar e conseguiu dizer pra irmã dele que ele tem sim o direito de ser feliz fazendo o que quiser e que não é obrigação dele fazer o que o pai deles queria ter feito. E aí é que começa a amizade dos dois, que parece ser bastante promissora.
Mas ao final, ainda fica a pergunta: será que Ryan não morreu mesmo? O cachorro diz que não, mas quem confia cegamente nisso? Ele fica o episódio todo achando que está alucinando por causa da overdose do remédio com que tentou se matar, mas no final, quando a irmã dele fala que eram comprimidos de açúcar, ele se frustra novamente, por não entender o porquê de tudo aquilo estar acontecendo… Será que essa história vai ter aquele final super usado de “foi tudo um sonho” ou “ele estava morto o tempo todo“? Sinceramente, tomara que não.
Então, eu esperava mais.
Acho que ficou longe do drama e faltou comédia. Eu gosto do Elijah Wood não só por ele ser um bom ator, mas também porque ele parece ser muito, muito, muito simpático. É o tipo de cara que a gente faz que estão de assistir (lembro dele em “Paris, Te Amo”, no qual ele se apaixona por uma Vampira. Foi ótimo).
Porém, essa série não me concenceu. E tendo em vista que estou com várias outras para assistir, não passarei do piloto de Wilfred.
Eu adorei. Sério Luana, ri demais. Jason Gann é fantástico como Wilfred.
Acho que tudo aconteceu devido a depressão de Ryan e não somente da noitada ruim. Veja bem, quando Ryan já está deitado na cama ele escuta o vizinho e a moto. Naquela cena ele já escuta a voz de Wilfred falando como humano e pensa que é o namorado da vizinha.
Ele precisa de alguém que o faça crescer e ser feliz..e devido as circunstâncias, sua mente transformou Wilfred em humano para lhe ajudar.
Mesmo assim eu ri demais com Wilfred e seu jeito de cachorro. Ele filosofa e dá conselhos, mas ao mesmo tempo é infantil e usa seus instintos…rondando na frente do sofá para sentar; cavando buracos com medo da dona não voltar; subindo pelas pernas da garçonete; correndo atrás da moto…como qualquer outro cachorro.
Elijah Wood se saiu igualmente muito bem. Curti muito esse piloto e quero mais de Wilfred. =]
Foi só o piloto, então não esperava nada genial. E não foi, mas me surpreendi. Tem potencial e simpatizei o bastante com os personagens para voltar (até porque os créditos finais foram engraçados o suficiente para segurar as pontas da falta de piada do restante do episódio.)
Achei um desastre total, não vi graça nenhuma! Só assisti o episódio até o final porque foi curto.
Com certeza, essa audiência irá despencar nos próximos!
Não passarei do piloto também!
Achei engraçado e tudo mais, mas não sei se vou continuar assistindo sei lá não me convenceu. e realmente a parte da bota foi pra mim desnecessária.
realmente o ElijaH é a cara do chapeleiro maluco do JoHnny Depp.
não tem como dizer que a série não é criativa só espero que eles não optem pelo caminho mais fácil como vc disse de ele estar morto ou ser só um sonho.
“Eu sempre achei que o Elijah Wood tinha mais cara de comédia do que de drama, e também sempre enxergo ele no chapeleiro maluco. Eu sei que é o Deep lá, mas não consigo vê-lo.” [2]
Adorei Wilfred, hauahuahaua. Me fez rir (e eu sou difícil pra dar risada) e fez os 20 minutos passarem super rápido. Também espero que não usem os artifícios de sonho ou de morte no final, vai estragar tudo. Melhor deixar como está, sem explicações. =D
Beijo, Luana!
Não gostei deu vontade de desistir aos 8 minutos mas ainda tive a paciência de assistir até o final.
Não simpatizei com os personagens principais nem com a história ou a falta dela sem falar que não teve graça nenhuma.
que história é essa do Ryan estar morto? kkkkkkk
Acho a ideia não é bem essa…
A série explora o nonsense com humor negro, por favor não fique procurando explicação para o fato do Wilfred falar com o Ryan, apenas assuma que é assim e pronto…
A versão americana ficou bem “light”, a versão australiana é bem mais forte e escrachada.
O ator que interpreta o Wilfred é o mesmo da série australiana, e pra mim é o coração da série, o cara é muito bom, com um humor grosseiro, politicamente incorreto e extremamente original é a cereja do bolo. O Elijah Wood não é mau ator, mas qualquer um poderia fazer seu papel. Jason Gann, apesar de não ser tão famoso, é o principal nessa série.
Me amarrei na série
dica: procurem no youtube “australian Wilfred”, e tenham uma noção do que está por vir…
cara to aconpanhado a série e est ou vendo que não é um sonho, o Ryan não morreu nem nada disso, ele apenas vê um chachorro normal como um homen fantasiado de cachorro série de comedia é assim meio sem sentido porem como sempre muito legal
OBS: Peguei esta informação no site oficial
espero que lancem logo a 2º Temporada.
Adorei a série, principalmente no final de cada episódio, em que eles conseguem surpreender o espectador com alguma coisa que não faziamos idéia que ia acontecer.
Eu sempre achei que o Elijah Wood tinha mais cara de comédia do que de drama, e também sempre enxergo ele no chapeleiro maluco. Eu sei que é o Deep lá, mas não consigo vê-lo.
Vou baixar a série pra ver. Fiquei curiosa com os primeiros parágrafos seus. Não terminei de ler por conta disso. Spoilers.