[Review] Glee – 1×10 Ballad | Apaixonados por Séries

[Review] Glee – 1×10 Ballad

Uma pitada de boas gargalhadas + uma colher de grandes cenas sentimentais + tempero de resolução de história e adicione um copo cheio de musicais memoráveis: você terá Ballad, o décimo episódio de Glee!!

Não teve tanto drama como na semana passada, mas pudemos ver cenas tocantes, além de ótimas piadas e a continuação do problema da gravidez da Quinn. E os números musicais? Perfeitos!! Terri voltou sem dar raiva no público, Emma, infelizmente, apareceu pouco, e Sue Sylvester não mostrou as caras, o que é sempre ruim.

emmaandrachel

Mas me diga, quem de vocês nunca sentiu algo mais por um professor ou professora. Seja de escola, faculdade ou de qualquer outro curso? Por causa das ballads, que são geralmente poemas narrativos em forma de música, Rachel se apaixonou pelo professor Shuester. As cenas entre os dois foram todas perfeitas. Já no início, quando Will propõe separá-los em duplas e Rachel fica com ele, (já que um dos alunos, Matt, está em casa pois descobriu uma aranha no ouvido) foi que o professor notou a paixão. Cantando Endless Love de Diana Ross e Lionel Richie, Will sentiu algo estranho no olhar da garota e vai dizer que ela perseguindo ele ao redor do piano não foi engraçado?

Tinha certeza que Rachel iria até a casa do professor, mas não imaginei que Terri se aproveitaria da situação mandando a garota limpar a casa. A cena em que Will canta um mashup entre as músicas Don’t Stand So Close to Me e Young Girl de The Police e Gary Puckett & The Union Gap foi divertidíssima, afinal, a letra era clara e só não entenderia quem, bem, estivesse apaixonado. Rachel e Emma (essa maravilhosamente doce e perfeita) ficaram ainda mais encantadas pelo charme do professor.

E quem acabou com tudo isso? Suzy Pepper(Sarah Drew de Everwood). A garota louca já foi apaixonada pelo Will, inclusive ligando no meio da madrugada, e quando o professor disse que eles não poderiam ter nada, Suzy pirou e comeu uma das pimentas mais fortes do mundo, parando no hospital. Serviu para que Rachel caísse em si e percebesse que nada poderia acontecer e que ela estava se enganado.

finnandkurt

Mas não foi só a Rachel que se apaixonou…Kurt também. Novamente, Chris Colfer deu show e nos fez rir e emocionar. Kurt apaixonado por Finn foi demais e os momentos constrangedores entre os dois valeram a pena. Aliás, a cena em que os dois falam dos pai e mãe já falecidos foi bem emocionante. Fiquei feliz quando Mercedes interrompeu Kurt de cantar I Honestly Love You para o Finn, porque aí a coisa ficaria chata para ambos os lados. E o que foi Kurt fazendo “me ligue” durante a música final? Show de bola!!

Confesso que gostei do Finn cantando nesse episódio. Primeiro I’ll Stand By You da banda The Pretenders, enquanto estava com o Kurt e cantando para o ultrassom de seu suposto filho. Foi muito bom ver a reação da mãe do Finn, afinal, ela aceitou e ajudará o filho com tudo que pode. Já a segunda vez não deu muito certo, ele cantou (You’re) Having My Baby de Paul Anka e Odia Coates para Quinn durante o jantar na casa dos sogros. Gregg Henry e Charlotte Ross se saíram muito bem no papel dos pais da Quinn, mas como personagens, pecaram na descoberta da gravidez da filha.

Bom, sabemos que muitos pais não aceitam bem uma gravidez adolescente inesperada, e os Fabray, religiosos e tendo Quinn como a garotinha do papai, óbvio que não iriam achar a melhor notícia do mundo. Mas expulsar a filha de casa foi demais. E vamos falar sério, tirando as caras e bocas da Quinn, essa cena foi forte. Shame on you sr. Fabray!! E novamente a grande mãe do Finn deixa Quinn ficar em sua casa o tempo que necessário.

quinnandfinn

Pelo menos essa história da gravidez andou mais. Agora ambos os pais já sabem e quero ver como isso continuará. Com todo mundo sabendo, como que a Quinn vai dar esse bebê para a Terri? Se a esposa do Will fingir que é dela, o que ele vai pensar que aconteceu com o da Quinn? Mal posso esperar para essa resolução. E ainda por cima, Puck contou a Mercedes que é o verdadeiro pai e ela mandou ele apenas aceitar isso. Como assim aceitar?? O Puck é BEM mais gente boa, BEM mais responsável e quer ser um pai BEM melhor que o Finn pode ser, então ele não deve ficar calado. E do jeito que a Mercedes é fofoqueira, logo logo essa notícia se espalha e daí o bicho pega.

Por fim, queria comentar novamente sobre a cheerleader Brittany. No episódio passado ela já se mostrou completamente burrinha sem saber qual é o braço direito e qual é o esquerdo. Fico feliz em ver a série dando espaço para esse pessoal do Glee Club, afinal, eles estão sempre ali. E a história do pato me fez dar uma gargalhada alta. Brittany acha que ballad significa pato macho em inglês e continua a história quando Will mostra uma cartola: “Aposto que o pato está na cartola”. Sério, ela vem sendo hilária com poucas falas e muita burrice.

De mais músicas, tivemos a do final, com o pessoal cantando Lean on Me de Bill Withers para Finn e Quinn. Adorei ver o grupo mostrando apoio para o casal, e isso só reforça que eles realmente gostam de estar junto. Aliás, essa cena final foi muito boa e a música não poderia falar mais por si só. E ainda Rachel cantando Crush de Jennifer Paige enquanto Will a levava para casa. Ufa, 6 músicas em um só episódio!!

gleeclub

Pois é, faltam apenas três episódios antes de Glee entrar de férias. E com as regionais chegando aí + a gravidez de Quinn e a mentira de Terri, aposto que serão três ótimos episódios, afinal, é Glee…


12 Comentários

  • Ótimo episódio! Tão bom quanto o anterior. Esse teve mesmo mais humor (Suzi Pepper, perfeita!) e mais músicas. Pena que não teve Sue Silverter, senti falta dela, principalmente depois do Wheels, quando ela se concretizou minha personagem favorita.
    As músicas, como você disse, foram todas ótimas, esse finalzinho da parte dos Sectionals tá recheada de clássicos, I’ll Stand By You, meu deus! Episódio que vem tem Imagine e Hair, mal posso esperar!
    Lea Michlete é realmente uma boa atriz, ri bastante dela se derretendo toda pelo Shue, a música dele também foi outro ponto forte do episódio. Mas falando em qualidades como ator, não é como negar que o Chris rouba quase todas as cenas, o ‘call me’ no final do episódio, FODA! Ri alto, muito alto.
    Novamente, a Dianna (Quinn) mostra dificuldade para cenas de choro, pena que o personagem dela exija tanto isso, ela até melhorou um pouco, mas depois que ela levanta ela meio que perde o controle, alias, disseram que ia ter Papa Don’t Preach nesse episódio… nem rolou, o que é uma pena, além de um bom clássico dos anos 80 combinaria 100% com a cena.
    Ainda na Quinn, to vendo mesmo que o Puck não vai aguentar muito tempo, logo logo ele explode e enfrenta o Finn de novo, revelando a verdade, a briga do episódio anterior foi só uma prévia, mas como o personagem dele vem mostrando um bom nivel de maturidade, não me impressionaria se não rolasse ataques físicos.
    Falando em ‘não aguentar muito tempo’, tá demorando muito pro Shue descobrir a farsa do Terri, que raiva dá, toda vez que ela se esquiva!
    Os Sectionals estão chegando, to começando a criar expectativa, parece que semana que vem conheceremos uma equipe nova (além da Vocal Adrenaline) e que o próximo episódio também terá bastante humor.


    • Realmente Daniel, concordo com tudo que vc disse. Terri se esquivando toda hora não dá, enche o saco demais.

      Pois é, Dianna Agron com o abrir de boca dela não cola, ela precisa trabalhar mais nisso e estou gostando tanto da Lea Michele como do Cory Monteith e queria mesmo que Puck ficasse com a Quinn.


  • Achei o episódio ótimo!

    Mas achei uma falha de roteiro enorme a Mercedes falar pra ele aceitar! Como assim? Sempre a personagem gostou mais do Finn do que da Quinn, descobre que o amigo tá passando por uma barra absurda de pai adolescente que nem é dele, que a cheerleader que sempre foi vaca e está amolecendo por ter sido rejeitada das cheerios e da família está mentindo sobre a identidade do pai da criança e ela manda o Puck ficar quieto?

    E o Puck não é mais gente boa que o Finn, ele é mais simpático (e, muito melhor como personagem, muito mais rico), mas o Finn é mais bonzinho.

    E a Mercedes nunca guardaria isso em segredo, como eu acho que ela não vai guardar, mas faria mais sentido com a personalidade da personagem ela ficar horrorizada, criticar o Puck, falar que não vai falar nada e depois falar. Não o que aconteceu.


  • E outra coisa, o Finn não saber a verdadeira paternidade está atravancando o andamento da história.

    Enquanto ele não souber, a Rachel vai ficar com essas historietas estranhas, tipo relacionamento com o Puck e paixonete com o Schuester, que, pra mim, não colou.

    As cenas foram ótimas e renderam situações engraçadas, mas não é o que eu esperava da personagem, assim como eu não esperava da Mercedes.

    Desse jeito, apesar dos episódios iniciais estarem sendo ótimos, é facinho escorregar lá na frente com personagens pouco consistentes.

    Não sei vocês, mas esse personagem desconstruiu um pouco a Rachel, pra mim ela nunca tinha o perfil de se apaixonar pelo professor, ainda mais perdidamente e por causa de uma música.

    Depois da balada, eu fiquei pensando que ela ia parar de vê-lo como alguém que tenta destruir a carreira dela, tentar se aproximar dele como amiga e ele que ia confundir as coisas, porque isso seria a cara dele e a cara dela. Mas, apesar de ter sido engraçado, eles escorregaram.


    • Obrigado pelos comentários Laryssa. Pois é, Rachel mudou nessa história, mas não podemos esquecer que apesar de Glee tratar de temas sérios e ter um bom drama, ela inda é uma série de comédia que vai mostrar histórias um tanto quanto sem nexo como foi a mudança da Rachel nesse episódio, (mesmo eu achando td bem ela se apaixonar pelo Will).

      Quanto ao Puck e Mercedes, logo logo todo mundo já vai saber mesmo. E eu acho o Puck mais gente boa mesmo. Sei que ele é mais preconceituoso do que o Finn, mas torço pra ele ficar com a Quinn.


  • Gostei bastante do episódio, como sempre. Glee não é a série que me faz ansiar dias para sair o rvmb legendado (porque eu só baixo o rvmb para ocupar menos espaço no HD), eu até chego a esquecer quando a série passa, mas sempre me divirto muito assistindo.

    O que foi o Finn cantando para o ultrassom? Eu ria muito!

    A cena na casa da Quinn achei que deixo um pouco a desejar… como você disse, Caio, foi uma cena forte, e a atriz fazendo aquelas caras e bocas e nenhuma lágrima convincente saindo dos olhos não dá!

    O pessoal cantando pro casal foi muito fofo! Gosto quando o grupo canta e não fica só nos mesmos de sempre. Só precisam melhorar na dublagem =P


  • Muito bom mesmo, deu pra rir, pra se emocionar, excelente!
    Adorei a atitude da mãe do Finn, foi uma das coisas que mais me chamou a atenção no episódio.
    A Suzy Pepper foi muito engraçada, ela é igualzinha a Rachel, toda elétrica, hahaha.

    O episódio foi tão bom que levei um susto quando acabou, passou muito rápido.
    As músicas estavam perfeitas. Eu adorei.


  • A cara da Rachel cantando Endless Love é a melhor. Ela faz o papel de menina desajeitada mas ela com uma roupa certinha fica um mulherão.

    a parte do pato foi sensacional =D


  • ahuahua adorei a pepper chamando Rachel de Barbara Streisand, o nariz é o mesmo hehehe


  • eu adoroo o Glee,mas percebi que a Rachel é uma safadinha,mas n mostra isso,tipo aguelas meninas cretinhas que tem um fogo enorme debaixo da saia,e ele eh egoista,mas ainda sim amo vê e ouvi ela cantando,tem uma linda voz e uma interpretação perfeita…E a forma que a Mercedes agiu com o Punk,foi a mais certa,ela só n queria vê os amigos e o grupo em uma cituação desagradavel…E pelo que eu to observando,ninguem conhece ninguem,no fin da temporada vamos descobrir a personalidade das personagens….


  • BALADA É UM PATO MACHO xd QUANDO EU TIVER UJM PATO VOU COLOCAR O NOME DELE DE BALADA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. É SERIO BOM EPISODIO!


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