[Review] Leverage – 4×09 The Cross My Heart Job e 4×10 The Queen’s Gambit Job (Summer finale) | Apaixonados por Séries

[Review] Leverage – 4×09 The Cross My Heart Job e 4×10 The Queen’s Gambit Job (Summer finale)

Os dois últimos episódios dessa summer finale mostraram o melhor da capacidade de improvisação da equipe de Leverage. Em The Cross my Heart Job, tudo girou em torno do roubo de um coração, ameaçando a vida de um garoto de apenas quinze anos. Sabemos o quanto a morte do filho ainda afeta Nathan, o que tornou esse job ainda mais emocionante para o mastermind. O mais interessante foi ver a equipe trabalhando o tempo todo no aeroporto, sem todo o luxo e computadores com que estão acostumados. Pra mim, histórias de transplantes são sempre tensas, o tornou o episódio ainda mais emocionante e dramático.

A execução do golpe foi excelente, com alguns momentos um pouco confusos e desordenados, algo coerente, dado o stress da situação às vezes meio fora de controle. Nate mostrou um lado bad boy muito interessante, quase acreditei na ameaça proferida contra Joshua Spin.  É bom vê-lo compartilhando sentimentos, essa instabilidade é sempre muito instigante para o personagem. O momento brilhante do episódio e que me fez arrepiar foi o mastermind observando o quarto do vilão. OMG, como ele fez isso? Eu é que não quero Nathan Ford como inimigo. Eliot e Parker fazer uma boa dupla de ação. O batedor me surpreendeu com sua habilidade de lidar com equipamentos eletrônicos. Eliot tem mesmo algo a mais para oferecer além de que força bruta.

Embora eu ame de paixão o Nate, esse cabelo todo bagunçado deixa o personagem com cara de cientista maluco, tesoura e uma escova de cabelo, já! Voltando ao job, sempre digo que o conjunto da obra, aliado a tantos detalhes, fazem de Leverage uma das minhas séries preferidas. Um dos  momentos #eurialto de The Cross my Heart Job  foi Hardison discutindo sobre a “transformação de Francesca para Frank”. O hacker também arrasou como controlador de pouco, impressionante como nos filmes e séries as experiências com videogame ajudam a vida real!

The Queen’s Gambit Job trouxe mais um dos jobs digno do top da série, com uma ótima interação entre os personagens. Sterling, o bastardo que amamos odiar, está de volta e pedindo ajuda a Nathan e sua equipe. A parte da arma nuclear não foi tão interessante, mas o desafio com toda a segurança dentro do cofre fez a diferença. Nate conhece Sterling como ninguém, não era de se estranhar que ele traísse a equipe. Quando aceitaram o job, sabiam do risco e acho que apenas a iminência de uma guerra nuclear fez com que Natham se aliasse a Slerling. Os disfarces no torneio de xadrez não poderiam ser mais perfeitos, mas só eu achei que Hardison parecia ter uma toalha de piquenique na cabeça? rs

Sophie apareceu pouco nesse episódio, embora a golpista faça muita diferença nos detalhes,  como nas pequenas ajudas para que Nathan avançasse no xadrez. As cenas mais doces foram entre Parker e Hardison. Tem como não amar a maneira como os dois estão se envolvendo? Parker era uma pessoa sozinha no mundo antes de conhecer Nathan, Eliot, Sophie e especialmente Hardison. Foi muito fofa a cena dos dois dançando. Lógico que pirei com a perfeição do plano de fuga arquitetado pelo nerd. Mas o destaque mesmo foi o primeiro diálogo, quando Parker estava irritada com a dificuldade de se adaptar às necessidades exigidas para executar o job:

- Rápido e fácil é assim vivo! Se você me atrasa, me mata.

- Tinha que ser rápida porque estava sozinha. Se te pegasse, acabou. Eu entendo. Mas não está mais sozinha. Olhe pra mim. Você não está mais sozinha. Você tem uma equipe. Você tem a mim. E eu vou te proteger. Vou te proteger, garota.

As cenas mais hilárias foram entre Eliot e Sterling“Eliot, try not to kill Sterling, we might need him later.” “I can’t promise that!”, mais um #momentoeurialto. Foi bom rever  Ayla Kell (a Payson, de Make It or Break It), gosto muito da atriz. O mais surpreendente foi saber que Sterling, no fundo, mas bem no fundo mesmo, tem coração. Quando descobrimos que ele traiu a equipe, o odiamos mais do que nunca, até descobrimos as reais intenções do bastardo. Revendo o episódio, fica coerente o fato de Nathan ter entregado a partida final do torneio logo após deduzir que a garota era filha do Sterling. Em Leverage, não há pontas soltas. O roteiro é muito bem costurado e cada diálogo se conecta com algo importante para o sucesso do job.

A série entrou em hiatus e retorna com episódios inéditos dia 27 de novembro de 2011! Confira aqui o teaser promo divulgado! Ainda bem que a fall season começa na próxima semana, o retorno de muitas séries vai ajudar a diminuir a ansiedade por The Experimental Job! =)


13 Comentários

  • eu queria tanto ouvi oque a parker ia dizer antes de pular em cima d elevador, mais o hardison nao deixo. arh (:


  • eu so loco para ve a parker e o hardison junto *-*


    • Ah, eu estou contando os segundos pra ver esses dois finalmente juntos!
      Por outro lado, gosto que demore um pouco pra não correr o risco de ficar algo forçado…


  • O Elliot tem mesmo mais a oferecer do que a força bruta, tem exeperiencia e inteligencia, ele mostrou isso qdo liderou acho que um job em cada uma das 1 temporadas. O Hardison é hilário e eficientetb. Gostei desse episódio do transplante, mais Leverage impossivel, e essas improvisações foram um ”q” a mais pra deixar o episódio melhor ainda. Vai pro haal dos meus preferidos.

    Depois vejo e comento o outro episódio


  • Esse episódio foi excelente mesmo, eu gosto dessa estabilidade de Leverage os episódio são sempre acima de bom.

    Como não amar Hardison todo protetor, e ele cantando pra Parker (a cara de estranheza do Nate e de alegria da Sophie foram demais)Parker está amolecendo. E como não amar a relação/interação Elliot e Sterling, todas as discussões, a disputa por quem colocaria o outro como assistente.POdem não gostar, mas eu amo as caras e bocas do Elliot, até qdo ele rosna.E o recado do Nate pro Sterling:”Faça isso, e eu asseguro que o Elliot não te ache.” hilário.

    Qdo a menina bateu com a eça na peça eu saquei q era filha do Sterling,e sabia que pro Nate entregar tinha coisa por tras.

    Já disse aqui que quero ver mais cenas de interação da equipe fora dos JObs, e o finalzinho desse episódio mostra porq, a conversa foi ótima, Elliot repetindo que vai pegar o Sterling,Parker comemorando que pulou de um prédio maior que 8 vezes um prédio, Hardison reclamando do plano M que é onde ele morre(eu ri mais nessa porq lembrei da cena do piloto, antes dele falar da morte eu já estava rindo)Parker e Elliot olhando onde ficaria melhor a cicatriz no rosto, Sophie brava por foi pulada e o Hardison morre em muitos planos.

    Mark A. Sheppard um dos meus atores prediletos, gosto mais ainda qdo o personagem dele tem que dar um piti ou uma briga. Todo amor do mundo ao MArk.


    • “Como não amar Hardison todo protetor, e ele cantando pra Parker (a cara de estranheza do Nate e de alegria da Sophie foram demais)Parker está amolecendo. E como não amar a relação/interação Elliot e Sterling, todas as discussões, a disputa por quem colocaria o outro como assistente.” [2]

      POdem não gostar, mas eu amo as caras e bocas do Elliot, até qdo ele rosna.E o recado do Nate pro Sterling:”Faça isso, e eu asseguro que o Elliot não te ache.” hilário.
      hahaha Ri muito das cenas e do seu comentário, especialmente a parte do “rosna”.

      As cenas finais no bar são um plus, algo a mais pra gente rir depois de um episódio perfeito!


      • Poderiam aumentar as cenas finais no pub são sempre excelentes.

        E ele rosna mesmo pra quase todo mundo.


        • “Poderiam aumentar as cenas finais no pub, são sempre excelentes.” [2]

          “E ele rosna mesmo pra quase todo mundo.” hahaha Verdade. Só não rosna pra crianças! =)


          • verdade…”momentoeurialto” é praticamente em todo o job…perfeitos, as caras e bocas que eles fazem… so de lembrar ja da vontade de rir…rsrsrs… u.u


          • “as caras e bocas que eles fazem… so de lembrar ja da vontade de rir…rsrsrs… u.u”

            Concordo plenamente com você, mayda! Esses momentos fazem a gente amar cada vez mais a série! ;)


  • Essa serie tem algo diferente que me deixa um pouca pensativa, digamos assim: “Sera que existem pessoas que fariam isso por outras pessoas nesse mundo em que vivemos hoje?” Eu juro por Deus, que acredito que há sim, eu espero que haja, por que se não …unh unh… acredito que as pessoas vao crescendo de acordo com os erros que cometem, quero dizer, se arrependem do que fazem e tentam mudar, pois o ser humano é propicio ao erro, nos erramos muito… e ainda vamos errar, mas tem sempre alguém para concertar, ou quase sempre, neh: “nos mesmos” é simples assim …porem, nem todos conseguimos sem ajuda, ai surge uma Leverage, e acreditem se quizer, precisamos disso para ver o que ha de errado.


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