Revisitando Tree Hill – Parte I | Apaixonados por Séries

Revisitando Tree Hill – Parte I

2012 foi o ano do adeus para grandes séries. Ícones da TV como House e Desperate Housewives se despediram, deixando para trás uma legião de fãs. Pouco mais de um mês antes do fim destas duas séries, no menor canal dos Estados Unidos, era o fim da linha para One Tree Hill após 9 temporadas e 187 episódios. O show que iniciou sua trajetória nos tempos de glória da antiga WB resistiu a diversas ameaças de cancelamentos, saltos no tempo, saída de protagonistas, além de problemas de bastidores.

Eu passei um bom tempo pensando em que tipo de especial eu faria. Infelizmente, não por vontade minha, acabei me atrasando bem mais do que imaginava com isso aqui. Enquanto eu pensava no que escrever, minha cabeça deu um nó. Já tinha falado aqui sobre os melhores episódios, melhores momentos musicais, melhores músicas… E eu não percebia que a resposta estava bem na minha frente.

Dividido em duas partes, esse especial – como o nome já diz – é um passeio por Tree Hill. Sua história, seus personagens, curiosidades, romances e tudo o mais. Por uma questão didática, achei melhor fazer uma delimitação por temporadas.

Sem mais delongas, sejam bem vindos (novamente!) à Tree Hill!

OBS: Tentei achar vídeos de todos os momentos que citei, mas devido ao tempo, não consegui encontrar muitos. Alguns estão linkados!

1ª temporada (2003 – 2004)

 

23 de setembro de 2003.

Ia ao ar, pela WB, o piloto da série. O projeto, anteriormente conhecido como Ravens (e intitulado assim por um bom tempo nos bastidores) não era ambicioso e não tinha pretensão alguma de chegar aonde chegou. Com uma boa média de 3,5 milhões de espectadores, o canal logo bateu o martelo para a produção de uma temporada completa.

A primeira temporada de OTH não é uma das minhas favoritas. Não que eu não goste, pelo contrário, porque eu gosto e acho que é uma boa temporada, mas não foi ela que fez com que eu me apaixonasse de verdade pela série. O foco inicial no basquete não me agradou e acho que apenas pelo 10º episódio eu comecei a gostar do show.

Nela, é que somos apresentado a tudo: O amor àquela época platônico de Lucas por Peyton, a pressão que Nathan sempre sofreu em casa, a uma Brooke Davis totalmente diferente daquela que aprendemos a amar, Dan, Karen, Keith, Jake, Whitey e diversos outros personagens que por um bom tempo fizeram parte da história do programa.

A relação entre Lucas e Nathan e o começo da história de amor entre Nathan e Haley são os destaques dos 22 primeiros episódios. O tão famoso triângulo amoroso, que seria um dos pilares de sustentação temporadas depois, já começou a tomar forma: É aqui que Brooke se apaixona por Lucas, ele a trai com Peyton (pela primeira vez) e os sentimentos entre os três começam a se mostrar conflitantes.

Foi também aqui que o maior casal da série se formou. Opostos na teoria e perfeitos na prática, Nathan e Haley encantaram de cara. É fato que o James Lafferty era um ator limitadíssimo nessa época, mas a famosa história da CDF que se apaixona pelo garoto rebelde coube perfeitamente aos dois. Ver Nathan amadurecer ao longo dos episódios e começar a se transformar em outro homem – por Haley – é sem dúvida uma das melhores coisas que a primeira temporada trouxe.

Há episódios e momentos clássicos, como o leilão dos garotos no 1×17, o inesquecível primeiro contato entre Brooke e Haley no 1×06, o primeiro beijo Naley no 1×09, o acidente que aproxima de vez Lucas e Nathan, a Karen dizendo a famosa There’s only one Tree Hill and this is your home”…

Quando a temporada se encerra com Lucas e Keith indo embora da cidade, a renovação para um segundo ano já era confirmada, cada vez mais fãs surgiam, mas com certeza Mark Schwann e equipe não podiam imaginar o quanto ainda tinham de história pela frente.

Outro ponto que vale ressaltar é o desenvolvimento que Brooke Davis foi ganhando. De uma participação mínima, a personagem começou a crescer diante do público e dos produtores e, em pouco tempo, já se tornaria a favorita da maioria absoluta dos fãs (eu, incluso).

2ª temporada (2004 – 2005)

Sendo direto: A segunda é, de longe, a temporada que eu menos gosto de One Tree Hill. Não sei explicar exatamente o motivo, mas já vi, revi e não consigo deixar de ficar com um gosto amargo na grande maioria dos episódios. Ironicamente (para mim), foi nessa época que o programa começou a subir seus números de audiência.

Claro que não é uma temporada que se jogue fora, pois contém momentos cruciais para o desenvolvimento da história da série, especialmente um: Quando Haley abandona Nathan (já seu marido!) para sair em turnê com Chris Keller, personagem importante e que foi introduzido nessa temporada. A cena em questão é facilmente uma das melhores da série inteira. A sequência em que Nathan atira o piano na parede é uma das mais dolorosas ever. 

Em contrapartida, há também a participação de Félix e Anna, dois dos mais irritantes personagens que já pisaram em Tree Hill. Os dois serviram apenas para render o episódio 2×05, um dos mais divertidos do show, onde vemos quase todos os personagens envolvidos em um jogo bizarro, criado por Félix.

Outro destaque foi o romance entre Peyton e Jake, que acabou ganhando a simpatia de muitos fãs, abrindo passagem para uma nova aproximação entre Brooke e Lucas, que terminam a temporada incertos, após um beijo roubado e uma declaração de amor do jovem aspirante a escritor.  Tivemos também a história do falso casamento de Keith, armado pelo irmão e um cliffhanger de pegar fogo – literalmente – com a tentativa de assassinato sofrida por Dan.

Algo que parecia um detalhe, mas que depois ganhou incríveis proporções, foi a gravação da cápsula do tempo.

Já consolidada, a série seguiu para sua terceira – e divisora de águas – temporada.

3ª temporada (2005 – 2006)

Terceira temporada é a que eu costumo chamar de “Era de Ouro” de One Tree Hill. Chega ser absurdo o quanto essa temporada é melhor que todas as outras. 22 episódios completamente bem encaixados, emocionantes, cheios de viradas, com um ritmo de tirar o fôlego e que despertaram em mim a paixão por OTH de um jeito que ainda não existia. Digo sem medo algum que foi aqui que meu “gostar” se transformou em “amar”. Já de cara, na season premiere, temos a que eu considero a melhor citação da série.

Haley, arrependida de ter largado Nathan pela turnê, volta disposta a reconquistar o marido – que ensaiou uma recaída a fase bad boy. Demorou, mas quando eles se entenderam novamente, ganhamos cenas de encher os olhos, mostrando o quanto o amor dos dois era forte e verdadeiro. Ainda naquele ano, os jovens – de forma a firmar de uma vez por todas o compromisso – se casaram novamente, no season finale.

Lucas e Brooke também demoraram a se acertar, especialmente porque Chris acabou se metendo no meio dos dois. Eles também protagonizaram cenas emocionantes, como a entrega das 82 cartas, o pedido de Brooke para que Lucas lutasse por ela, o clássico I’m the guy for you, pra não falar na declaração na chuva.

Uma curiosidade é que foi nessa época que Sophia Bush e Chad Michael se casaram e, logo depois, se separaram – o que TAMBÉM aconteceu com Brooke e Lucas, no season finale, após ela descobrir que o namorado tinha beijado Peyton novamente. A cena em que Brooke desabafa sobre o que está sentindo é uma das melhores atuações da Sophia na série e gerou, inclusive, muitos comentários à época, pela “realidade” transmitida.

Mas nada naquele ano foi tão intenso quanto o episódio 3×16. Considerado pela grande maioria dos fãs como o melhor da série, ele trouxe Jimmy Edwards armado na escola, após o vazamento da cápsula do tempo pelas mãos de Rachel (uma personagem que surgiu naquele ano e que logo ganhou a simpatia dos espectadores).

É preciso aplaudir de pé a coragem de Mark Schwann ao escrever esse episódio. Me perguntei muitas vezes se ele tinha noção do impacto que estava prestes a causar. Tudo funcionou perfeitamente. Roteiro, edição, atuações… A tensão correu solta durante todos os minutos e os diálogos afiados são praticamente uma lição de vida. A cena final, onde Dan mata Keith (seu irmão e um dos personagens mais queridos) a sangue frio, foi uma manobra arriscada e que poderia levar o programa ao seu fim, mas que surtiu o efeito exatamente contrário.

Ainda tivemos as histórias de Peyton com a mãe, Karen descobrindo uma gravidez e Dan e Deb em uma disputa divertida e silenciosa.

Ironicamente, foi aqui que os primeiros sinais de um possível cancelamento vieram a tona. Com a fusão da WB com a UPN (que originaria a CW), o programa entrou na corda bomba e o season finale, Show Must Go On, foi exibido sem que se tivesse a certeza plena da renovação para o novo canal. O episódio deixa como cliffhanger o carro de Rachel e Cooper caindo na ponte, Nathan pulando no rio para salvar o tio e Haley, vestida de noiva, desesperada, gritando na ponte – sem contar Peyton e Brooke rompendo de vez a amizade.

Especula-se sobre um possível final alternativo, caso a série fosse cancelada, onde Brooke e Lucas se acertariam após ela se descobrir grávida e o acidente de Cooper e Rachel não aconteceria.

4ª temporada (2006 – 2007)

A quarta temporada da série (e primeira no novo canal) veio com  21 episódios e marcou o fim da One Tree Hill que a gente conhecia. Como se não bastasse o fim do ensino médio, tivemos diversas outras histórias interessantes, sendo Dan Scott e seu remorso por ter matado o irmão (agora que já sabia que ele não tinha sido responsável pelo incêndio) um dos pontos mais abordados.

Haley e Nathan tiveram que aprender a lidar REALMENTE com a vida de casados, o que acabou sendo potencializado com a primeira gravidez de Hales e com os problemas de Nathan, que terminou se envolvendo com agiotas, no ápice do desespero. O jogo final dos Ravens também foi outro acontecimento marcante e resultou em um dos melhores episódios da série, onde vemos Haley ser atropelada no lugar de Nate e Lucas escolher Peyton como mulher da sua vida.

Peyton, inclusive, deu início ao que se tornaria uma prática comum nas temporadas seguintes: Histórias com psychos. A inserção de Derek na história deu um novo gás à série e rendeu ótimas sequências e até mesmo um debate sobre exposição na web, já que foi pelos shows de webcam que Peyton fazia que ela se tornou alvo do cara.

E foi Derek, na noite do baile de formatura, que deu a deixa para que a amizade entre Brooke e Peyton ganhasse forma novamente. Depois de um novo abalo (quando a sextape entre Brooke e Nate no passado vazou), as duas enfrentaram juntos o psicopata e bom, é o que dizem… Há certas coisas que você não pode fazer com alguém sem acabar se aproximando da tal pessoa. Enfrentar um psycho deve ser uma delas.

Rachel ganhou mais destaque, tornando-se uma verdadeira amiga para Brooke. Tendo estimulado a garota a roubar os testes de cálculo do armário de tutoria de Haley, logo depois ela assumiu a culpa; se Brooke fosse acusada, não poderia se formar.

Em um gesto de amizade, no fim da temporada, Brooke contou a verdade ao diretor, que mesmo assim não a impediu de se formar e ainda permitiu que o nome de Rachel fosse falado durante a cerimônia.

Para Dan Scott, os caminhos não levaram a um final feliz. Quando o prefeito de Tree Hill estava finalmente conseguindo se acertar com Karen, o assassinato veio à tona e todo o sentimento bom que a mãe de Lucas estava começando a nutrir converteu-se em ódio. Dan, movido pelo remorso, se entrega e termina a temporada preso, após uma mal sucedida tentativa de suicídio.

O season finale da 4ª temporada, como eu disse acima, marca o fim da One Tree Hill como conhecíamos. É um episódio lindo, feito para os fãs. Tem cenas clássicas como a dança ao som de Spice Girls, Lucas afirmando que Brooke vai mudar o mundo, o nascimento da Jaime e o último jogo de basquete na Rivercourt. Se fosse um series finale, não poderia ser melhor.

A temporada ainda tem episódios marcantes como o 4×13 Pictures of You, sobre rótulos, estereótipos e conhecer a si mesmo. Não é tão boa quanto a 3ª, mas chega perto.

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Pra encerrar essa parte do post, deixo vocês com um vídeo que, particularmente, é um dos meus favoritos relacionados à série:

Semana que vem sai a parte II, nesse mesmo horário, nesse mesmo canal. :)


21 Comentários

  • Ale vc me fez chorar!!! Amei…


  • Bom demais, é aquela série que faz com que você sofra junto, sorria junto, comemore junto… Comecei a rever tudo assim que acabou. Que saudade que bateu agora. Ainda é triste saber que não haverá mais episódios novos.


  • Ah que coisa mais perfeita meu Deus!
    Eu acho incrível como quando eu assisti pela primeira vez gostei da 2ª temporada. Lembro de falar que a 1ª eu curti, a 2ª viciei e a 3ª me tirou o fôlego. Mas hoje revendo, a 2ª é a temporada que eu menos gosto de rever. Amo rever a 1ª… acho que a 1ª é melhor pra quem revê porque tem Naley e pra gente hoje Naley já é amor eterno então cena dos dois já vale episódio.

    Amo a 4ª temporada e eu acho até que é a temporada mais nível 3ª. A 9ª é incrível mas é uma vibe bem diferente…
    Amei muito e to ansioso pela 2ª parte.


  • Nem acreditei quando vi o especial na primeira página do blog.

    É dificil aceitar que já faz dois meses que nos despedimos dos habitantes de nossa querida Tree Hill.

    Só de olhar essas imagens já vem várias lembranças á mente. São tantas cenas, tantas músicas, tantos diálogos marcantes… Tantos momentos juntos. Meus olhos encheram de água aqui.

    Acho que como todo mundo, quando descobri One Tree Hill, quase por acaso, eu nunca conseguiria imaginar por quanta coisa nós passariamos juntos, o quanto eu veria de mim naqueles personagens e como aquele programa me inspiraria e acompanharia por toda a minha adolescência. Dizem que não se aprende nada que preste com a televisão, mas eu literalmente cresci com One Tree Hill, em todos os sentidos.

    Por sinal a série despertou seu interesse, Alexandre, mais rapido do que o meu. Eu nunca gostei do episódio piloto, ele não chega a ser ruim, melhora a cada vez que eu assisto, tem seus momentos marcantes, apresenta os personagens de forma correta, mas ao mesmo tempo é um dos mais didáticos que eu lembro de ter visto e não me pegou. Ainda bem que não desisti da série ali. Logo no segundo episódio fui descobrindo coisas que me chamavam atenção: O Basket, que eu curto, os gostos musicais da Peyton, a trilha sonora, as citações e, principalmente, o Nathan, que de todos os personagens de ficção é até hoje com quem eu mais me identifico (Ínclusive a fase babaca), eu não tenho o charme do James ou o talento de seu personagem pra Basket, mas em vários pontos nossas histórias e, principalmente, conflitos são parecidos. Mesmo assim, só lá pra frente, quando de fato iniciaram o drama “Leyton X Brucas” pra valer e o Nathan saiu de casa é que a história começou a me empolgar. A primeira metade da temporada inicial passa a impressão de ser uma “série pra garotos”, obviamente essa impressão é descontruida no decorrer da mesma.

    Ainda sobre a identificação. Acho que é justamente ai que está o ouro da série. Ela tem um toque impressionante de humanidade (Que frase mais estranha), One Tree Hill te faz sentir-se humano. Vide o famigerado “With Tired Eyes, Tired Minds, Tired Souls, We Slep”, falar dos temas que o episódio fala é algo perigoso sim, não fosse essa visão humana que o Mark tem e poderia ter sido um desastre. Esse foi o grande trunfo de OTH, na minha opinião, foi a chave pra idetificação com a histórias, com os personagens e para que Mark pudesse brincar com nossas emoções pelos últimos nove anos e conseguiu muito bem. Chorei, ri, fiquei tenso, morrendo de raiva, etc, quase todas as vezes que ele assim desejou que fosse. Mesmo que nenhum de nós tenhamos botado os pés na Carolina do Norte ainda, a sensação é que aqueles personagens são amigos muito próximos de nós e aquela cidade não é um universo muito distante do nosso.

    Tenho certeza que todo mundo que acompanhou OTH do começo ao fim, em algum momento se identificou com os personagens, pelo menos eu sim, com todos eles, Lucas, Brooke, Haley, Peyton, Julian, Mouth, Whitney… e até mesmo Dan.

    Pelos depoimentos do Mark em “Always and Forever” e a carta da Bethany no site dela, vejo que esses sentimentos descritos acima não foram exclusividade minha.

    E concordo com você, sobre a segunda temporada ser a mais fraca, apesar da sétima ser a odiada. Acredito que a série foge um pouco de si mesma ali. O Basket é deixado de lado, vários personagens são meio que descontruidos (Olhando a Haley que eu conheço em todos os outros anos, eu não consigo ver ela abandonando o Nathan daquela forma), além de logo de cara já jogarem vários fillers envolvendo a droga do Felix e sua irmã. Acho que o próprio Mark acabou enxergando isso (Ou era a intenção desde o começo), lembra do season finale quando o Lucas fala sobre perder a sua essência? Pra mim isso define Tree Hill naquela temporada. Com exceção do Mouth, que de quase figurante foi ganhando importância, todos os novos coadjuvantes que surgiram naquele ano (E isso inclui o Chris, que eu só comecei a gostar agora) eram muito, muito chatos.

    Só ainda não consigo me conformar de nunca sabermos os destinos do Jake e da Rachel, por exemplo. Vendo a última temporada, eu sei que não tem nada mais pra ser encaixado ali. Mesmo assim, I miss Peyton Sawyer, eu queria pelo menos uma última participaçãozinha dela, um último momento dela com a Brooke, sei que ela não tinha lá muitos fãs e a maioria esmagadora prefere a Brooke, mas a Peyton sempre foi minha personagem favorita.

    Desculpem o tamanho do texto. Duvido que alguém se dê ao trabalho de ler o testamento que eu escrevi, mas fica ai meu comentário registrado :)

    Parabéns pelo ótimo texto, Alexandre. No aguardo da segunda parte.

    P.S. É tão estranho olhar isso ai e lembrar que o Jamie nem sempre fez parte de One Tree Hill…


  • Mal Recuperei da Series Finale e me fazem isto :’(

    1ª Temporada: –’ Muito presa ao Basquete, quase que a abandonei
    2º Temporada: >.< Legal, Mas abandonaram o Basquete e foi para a Música..
    3ª Temporada: BADAAAAAAALO
    4ª Temporada: =D Foi leve e ótima esta temporada, eu amo a Cena de Wannabe


  • 1 de junho de 2012 às 11:44
    Priscilla Evans disse:

    Só digo isso: One Tree Hill faz muita falta!
    Linda Review, mal posso esperar pela 2ºparte.


  • Que lindo!!!!
    Realmente valeu a espera Alexandre!!!
    Estou com os olhos cheios de lágrimas agora… Que saudade!!!!
    Eu gostei de cara de OTH, mas foi quando o Nathan tomou jeito que eu passei a amar a série, o casal Naley sempre foi meu preferido, e me mesnisou muito sobre “casamento”.

    Lucas, eu li seu “testamento” (rs) e concordo em grande parte.. principalmente: “Mesmo que nenhum de nós tenhamos botado os pés na Carolina do Norte ainda, a sensação é que aqueles personagens são amigos muito próximos de nós e aquela cidade não é um universo muito distante do nosso.”

    Até semana que vem então!!!!


  • Concordei com quase tudo o que você falou, mas eu realmente me apaixonei pela série no episódio 1×06, e pra mim a 2ª temporada é uma das melhores, pois tem uma das minhas cenas favoritas da série, que é a da Haley deixando o Nathan (eu quase me descabelei de tanto chorar, e se ouço “she has no time” ainda fico com os olhos molhados).
    A 3ª é a melhor MESMO, não tem um episódio ruim, impressionante. A 4ª é maravilhosa também, o 4×09 é um dos melhores episódios da série. Acho que dessas 4 primeiras temporadas, a 1ª foi a que eu menos gostei também haha
    Mal posso esperar pela parte II do post =)


  • Isso me fez sentir tanta saudade de Brucas! Eu amava o casal, e mesmo depois deles terem terminado eu continuei com a série mas com o coração na mão. Eu aprendi a gostar da Brooke com o Julian, eu aprendi a ‘suportar’ a Peyton com o Lucas, mas Brucas sempre foi o meu maior shipper e vendo vc fala das primeiras temporadas me fez sentir muita falta deles. Eles conquistaram meu coração e até hoje quando lembro de One Tree Hill, o casal é a primeira coisa que me vem a mente, pq eles foram o que realmente me fez apaixonar pela série. A série toda é muito especial, e eu já sinto muita falta de ver esses amigos juntos. Afinal, eles se tornaram nossos amigos também. Os minhas personagens favoritas sempre foram Brooke, Haley, Nathan e Mouth. A Peyton infelizmente nunca ganhou minha simpatia, o que Graças a Deus nunca me fez desistir dessa série incrível. Já faz muita muita falta. One Tree Hill vai ficar marcado. Always and Forever. :)


  • Amei ler isto e relembrar os incríveis momentos que OTH me proporcionou. Fiquei com um gostinho de quero mais, mas o mais neste caso seria rever a série. Pretendo fazer isto em breve.


  • Que emoção ao ver algo sobre tree hill na página principal!!
    Foi bom fazer uma visita, mas de alguma forma também foi triste, bateu a saudade, apertou o peito e veio o nó na garganta… Por que na próxima quinta não poderemos mais matar a saudade, a algumas quintas já tem sido assim, nê?
    Como esses velhos conhecidos fazem falta, parece mais que perdemos um grupo de amigos, resta agora recordar os bons tempos que passamos juntos…


  • Artigo lindo, obrigada!!!


  • Parece que um amigo meu mudou pra longe OTH faz falta,como Dawsons e Gilmore Girls fizeram quando terminaram (ou quando eu terminei de fe ver a serie toda)e Fazem ate hoje…OTHficara guardado em meu coraçao para sempre.Esse ano foi um dos mais tristes com relaçao as series me despedi de OTH e ainda por cima Shonda matou minha personagem favorita de Grey’s so salva a renovaçao de Hart Of Dixie


  • o primeiro beijo entre Nathan e Haley foi no episódio 1×8, já o post diz 1×9, corrijam aí. ¬¬


  • Aiin eu amava Brooke e Lucas, queria muito que o problema do relacionamento dos atores na “vida real” não tivesse afetado ao casal na série…
    A Brooke é e sempre será a minha personagem favorita ! ♥


  • perfeito, fiquei mais de uma hora lendo e vendo os videos…que deliiicia, que saudades!


  • Eu amo OTH, mas, confesso que o que mais me decepcionou na série foi a separação definitiva de Lucas e Brooke, não fez sentido algum e me desmotivou a assistir a série, embora eu ache que a vida real dos dois, influenciou demais no desfecho da relação fictícia. Mas, minha paixão pelo casal Nathan e Haley falou mais alto, precisava continuar assistindo aquele amor que foi construído de uma forma tão completa e verdadeira. O final foi lindo e a última temporada me fez chorar como em tantos outros episódios. E confesso, já estou pensando em assistir tudo de novo!!


  • 31 de março de 2013 às 09:10
    Ana Claudia Pereira disse:

    Qdo leio os comentarios onde falam q vao matar a grande sdd assistindo novamente a serie me sinto “um pouco fanatica d+” porque eu ja assisti mais de 5 vezes as temporadas de 1 a 6 e 3 vezes as temporadas de 7 a 9.Anyway……qdo tento descrever qual eh meu sentimento por OTH eu descubro que nao tem sentimento q descreva isso muito menos descreve o que OTH significa na minha vida.Cada episodio, cada musica, cada personagem, cada drama enfim tudo em OTH faz parte da minha vida e de quem eu sou. Qdo me deparo em certas situacoes eu penso como Haley lidaria com isso porque a Haley eh meu exemplo de mulher, filha, esposa, mae, amiga, irma….everything. Como nao sentir sdd dessa serie maravilhosa.
    Sei que sou a minoria mas sou Leyton ate o fim, chorei d+ qdo Lucas escolhe a Peyton no final do campeonato.
    O que falar de Naley……nao tenho palavras AMO……
    ONE TREE HILL – ALWAYS AND FOREVER

    Obs: Adorei o blog todos estao de parabens, se ja passava horas do dia e da noite assistindo series passarei ainda mais lendo aqui no site.

    Alexandre um grande abraco a vc, vc sabe encaixar as palavras exatas.


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