Séries baseadas em livros e HQs

Por: em 21 de janeiro de 2013

Sabemos que muitos fãs de séries também são leitores assíduos. E nada melhor do que juntar as duas coisas, certo? Assim como muitos filmes são adaptações, existem várias séries que foram inspiradas nas páginas de livros ou histórias em quadrinhos. Fizemos uma lista destas séries:

Bones (por Camila)A super talentosa antropologista forense Temperence Brennan (conhecida como Bones) da série tem o mesmo nome da personagem principal dos livros de Kathy Reichs, mas a semelhança para por aí, nenhum outro personagem da série está presente nos livros, não leia esperando que eles irão aparecer em algum momento (como fiz e fiquei frustrada). A boa notícia é que a pessoa por trás da série e dos livros é a mesma. A autora, que tem a mesma profissão da personagem, participa da produção de Bones, ajudando a construir casos tão interessantes quanto os apresentados nos seus livros. Sim, Bones é também uma série de livros, Kathy Reichs já lançou dezenove livros sobre a antropologista. Nem todos foram traduzidos para o português, mas alguns da série são encontrados nas livrarias online. Tirando o nome da personagem e sua profissão os livros não se parecem muito com a série. Os dois são bons e tratam de investigações criminais, daquelas que são difíceis para os legistas ajudarem muito, mas mesmo a personagem principal é diferente. Tempe dos livros não é fria e distante das vítimas, muito pelo contrário, ela se envolve em cada caso, tem um ex-marido com quem ainda se relaciona bem e se permite namorar e se divertir. Mas Tempe também se afunda no trabalho, nos mistérios que apresentam e são tão bem tratados nos livros. O livro é bem escrito, muito detalhista (sem ser pedante) e é cheio de reviravoltas, te fisga com a história, mas também não é daqueles que te deixa sem sono até o livro acabar. Para os fãs da série pode ser divertido ler algo inspirado na mesma pessoa que inspirou os livros, para fãs de mistério e investigação, esse é um bom livro.

Castle (por Andrezza)Castle é a série policial de maior audiência da emissora ABC. Atualmente na quinta temporada, conquistou muitos fãs do gênero através de seus divertidos e elaborados casos policiais e da química entre os protagonistas – no trabalho e no romance. Dessa vez, foi o show que inspirou a literatura. Visando divulgar a série, a ABC lançou os livros fictícios de Richard Castle cuja protagonista é a detetive Nikki Heat (na série, baseada na Kate Beckett). Na sequência de lançamento estão: Heat Wave, Naked Heat, Heat Rises e Fronzen. Além disso, Deadly Storm, um dos livros fictícios de Castle que tem Derrick Storm (aquele que “o escritor matou” no começo da série) como personagem principal, foi lançado em forma de história em quadrinhos numa parceria da ABC com a Marvel. Ainda não tive o prazer de ler nenhum, mas sou super curiosa porque escuto muitos elogios de fãs da série que curtiram os livros. Quem não se lembra da cena épica na qual Castle flagra Kate lendo escondida? Eu ri litros. Pra quem quiser conferir, é possível encontrar os livros originais em livrarias do Brasil. Até onde eu sei, não há versão traduzida disponível para venda, embora seja possível curtir as histórias através de traduções feitas por fãs e disponibilizadas em alguns blogs especializados sobre Castle. Se você já leu, não deixe de compartilhar suas impressões nos comentários!

Dexter (por Bruna)Seis livros de Jeff Lindsay inspiraram a criação de uma das séries de maior sucesso atualmente. A história da vida de Dexter Morgan, analista forense especialista em padrões de dispersão de sangue e serial killer, é contada por Lindsay em Dexter – A Mão Esquerda de Deus (2004), Querido e Devotado Dexter (2005), Dexter no Escuro (2007), Dexter: Design de um assassino (2009), Dexter é Delicioso (2010) e Duplo Dexter (2011). Todos os livros já foram traduzidos para português. A caracterização da grande maioria dos personagens segue a linha dos livros, e toda a primeira temporada foi realmente baseada no primeiro livro. Já nas temporadas seguintes, os roteiristas decidiram por tomar rumos não tão semelhantes na série. Alguns personagens que nos livros morriam logo no início permaneceram vivos por várias temporadas da série – e vice-versa. Se essa adaptação que começou tão semelhante e foi migrando a ponto de parecerem histórias diferentes foi uma escolha inteligente? Não dá pra afirmar. Apesar da última temporada ter agradado ao público, as temporadas anteriores não tiveram uma qualidade que se equiparasse as duas primeiras. Vale a pena ler os livros,  justamente pelas diferenças que foram se acentuando ao longo das temporadas.

Game of Thrones (por Alexandre)Adaptar para a TV uma série do calibre de As Crônicas de Gelo e Fogo não é uma tarefa fácil, isso fica óbvio até mesmo para o mais leigo que tenha lido algum livro e assistido a série da HBO. O universo brilhantemente criado por George R R Martin é cheio de particularidades, camadas e complexo, basta olhar o tamanho dos livros (há meses estou no Volume 5 - Dança dos Dragões e a impressão é que ele fica maior a cada vez que eu o pego). Ainda assim, o canal aceitou o desafio e, salvo algumas pequenas ressalvas, o fez com louvor. A produção é impecável. Consegue reconstruir a dita época e os devastados Sete Reinos com maestria, passando por todos os pontos básicos: Cenário, figurino, maquiagem. O texto segue a mesma premissa narrativa, sendo bem fiel durante a primeira temporada (que adapta o 1º livro, A Guerra dos Tronos), mas alterando algumas coisas durante a segunda (referente ao 2º livro, A Fúria dos Reis). Contudo, são detalhes estritamente estruturais e que se mostram necessários ao se analisar que tv e literatura são linguagens diferentes, com públicos diferentes e peculiaridades próprias. No final das contas, se você é fã da série, mas ainda não conhece os livros: Leia. Mas mesmo que você não seja fã da série: Leia do mesmo jeito. Não vai se arrepender de embarcar no delicioso e tantas vezes surpreendente jogo dos tronos.

Jekyll (por Keyla)Sherlock não é a primeira série que Steven Moffat escreveu que traz histórias de livros para os dias de hoje. Antes da popular adaptação do detetive britânico, Moffat adaptou a famosa história de ficção científica O médico e o monstro, do escocês Robert Louis Stevenson. O livro é muito conhecido e extremamente popular e conta a história de Henry Jekyll e Edward Hyde, duas personalidades completamente opostas em um único corpo. A minissérie não é exatamente a história do livro, mas trata o personagem principal, Tom Jackman, como um descendente de Jekyll, sugerindo que a história literária é mais do que mera ficção. A produção recebeu muitas críticas positivas, principalmente em relação à excepcional atuação de James Nesbitt como protagonista. Assim como a maioria das produções que vem com o nome de Moffat, a narrativa é muito bem feita, conseguindo manter o suspense e mistério durante todos os episódios. O livro é um clássico da ficção e deve, sem dúvida ser lido. A minissérie é boa, quem gosta do gênero deve conferir.

Longmire (por Micael)Longmire é uma série não tão conhecida pelos apaixonados por séries. Pra ter uma ideia, ela se assemelha bastante com Justified. A série conta a história de Walt Longmire, xerife de uma cidade do interior que busca resolver os mais diversos crimes que ocorrem em locais sob sua jurisdição. Com clima de faroeste, personagens casca dura e uma fotografia competente, Longmire é uma opção bastante interessante para quem curte séries desse estilo. É provavelmente a melhor série do canal A&E, ainda bastante tímido na produção de ficção.  A série é adaptada de uma outra série, mas de livros, escritos pelo autor americano Craig Johnson. A coleção já contabiliza nove livros publicados que narram a trajetória do xerife Longmire, tendo inclusive já  recebido vários prêmios.

Lost in Austen (por Bianca)Esta minissérie britânica de apenas quatro episódios conta a história mais famosa de Jane Austen, Orgulho e Preconceito, de uma forma um pouco diferente do que estamos acostumados. Ao invés de contar a vida de Lizzie Bennet até finalmente se resolver com o Mr. Darcy, a protagonista é Amanda Price, uma super fã do livro que em um dia qualquer em 2008 encontra a própria Lizzie em seu banheiro. A partir disso, ela descobre que ali há uma passagem secreta para o mundo dentro do livro e elas trocam de lugar. Lizzie deixa a família avisada que uma amiga iria visitá-los por alguns dias enquanto ela iria para a casa dos pais de Amanda, que tenta fazer com que o romance de Austen corra do jeito que ela conhece e ama, mas como acontece em várias histórias de viagem no tempo, a simples presença de uma pessoa estranha ao local já é o suficiente para alterar o destino de todos. Lost in Austen funciona muito bem como um conto de fadas perfeito para os fãs de Orgulho e Preconceito. Afinal, quem não gostaria de ser transportado para o mundo fictício de seu livro preferido?

Pride and Prejudice (por Cristal)Uma série pouca conhecida, embora adaptada de um dos grandes livros da literatura mundial, é Orgulho e Preconceito. A minissérie britânica tem apenas 6 episódios e conta, com fidelidade ao livro de Jane Austen, a história dos Bennet, uma família aristocrata do início do século XIX, na Inglaterra. Orgulho e Preconceito se passa em uma época em que o melhor destino que podia esperar uma mulher era fazer um bom casamento, e com a protagonista Elizabeth não será diferente. Mas pelo menos ela encontrou o Sr. Darcy pelo caminho, interpretado por Colin Firth, em seu primeiro grande papel de destaque. Embora tenha o “clima” de um romance antigo, Orgulho e Preconceito (a série e o livro) é leve, cheia de charme e vida como a sua protagonista, uma moça bastante sarcástica dentre suas colegas de XIX.

Sense and Sensibility (por Keyla)Não é segredo para ninguém que a BBC adora Miss Jane Austen. Razão e Sensibilidade é uma das obras mais famosas da escritora britânicas, junto com Orgulho e Preconceito. O livro já foi adaptado inúmeras vezes para TV e cinema, sendo a mais recente a minissérie de 3 episódios de 2008. A minissérie é muito boa, como já é padrão para as adaptações de época do canal britânico. Com paisagens maravilhosas e excelentes atores, a minissérie consegue retratar com muita elegância a história do livro. Quem gosta de dramas de época, definitivamente deve assistir a minissérie e ler o livro.

Sex and the City (por Bianca)Como uma grande fã da série, quando soube que ela era baseada em crônicas de Candace Bushnell, corri para encontrar o livro, cheia de expectativas de ver mais histórias de Carrie e amigas. Infelizmente, fiquei decepcionada por uma parte dele ser essencialmente diferente da série que eu tanto gostava. O básico está lá: temos Carrie sendo consumista, Mr. Big sendo o Mr. Big (mas sem grande parte do charme), Nova York e muito da narração e indagações da personagem principal. Mas muito da graça de Sex and the City vinha da amizade e presença frequente de Samantha, Charlotte e Miranda, que não existem da forma como conhecemos e amamos, mas como rivais e praticamente sem importância na vida de Carrie. Todo o empoderamento feminino, com um foco especial na amizade entre elas, simplesmente não existe no livro, sendo substituído pela expressão falsa que diz que é impossível as mulheres serem amigas. Portanto, se você gosta da série, não perca o seu tempo com o livro, pois vai se decepcionar.

Sherlock (por Keyla)Adaptações das famosas aventuras de Sherlock Holmes é o que não falta no mundo do entretenimento. As histórias de Sir Arthur Conan Doyle são conhecidas em todo o mundo e você não encontrará alguém que nunca ouviu falar delas. A lista de adaptações é enorme e inclui o recente blockbuster com Robert Downey Jr. e Jude Law e a série estreante Elementary, que faz uma releitura moderna do detetive. Mas entre estas adaptações mais novas, a que merece maior destaque é Sherlock, da BBC. A série se passa nos dias de hoje e cada episódio é baseado em um caso dos livros. A premissa é semelhante à de Elementary, fato que causou muito tumulto, já que os fãs da série da BBC acusaram a versão americana de ser uma cópia mal feita. Apesar de pessoalmente achar que Sherlock é infinitamente melhor que Elementary, não é justo dizer que é uma cópia, porque a ideia de Steven Moffat e Mark Gatiss já não era exatamente original. O diferencial realmente é a qualidade da adaptação e da narrativa. Para simplificar as coisas, podemos dizer que Sherlock é genial. O formato da série, com 3 minifilmes por temporada, facilita o trabalho dos roteiristas, dando mais espaço para construir a narrativa. Os atores são todos excelentes e a produção da série é impecável. O roteiro é semelhante aos livros, alterando detalhes para deixar a série mais adequada aos dias de hoje. Seu único defeito é o seu eterno hiatus. Recomendo muito a série e nem preciso dizer que os livros valem muito a pena. Se você ainda não leu nenhum, saiba que as obras do autor são facilmente encontradas pela internet, mas se você gosta do livro físico, é fácil encontrá-los bem baratinhos em sebos.

The Vampire Diaries (por Maura)Quem gosta de livros já está acostumado àquele bom e velho clichê referente a adaptações: “O livro é melhor”. Raramente vemos um salto das páginas para as telas que seja capaz de satisfazer completamente as expectativas dos fãs da história original. The Vampire Diaries é uma das poucas exceções à essa regra, com a série de TV superando o livro em muitos aspectos. Um ponto que ajudou na aceitação da série foi o fato de que os livros na qual ela se baseia, os quatro volumes de Diários do Vampiro, não eram muito famosos antes da estreia do programa de televisão. Publicados em 1991 (ou seja, não são uma cópia de Crepúsculo, como muitos acusaram inicialmente), os livros de L.J.Smith podem possuir personagens com o mesmo nome, mas a sensação que temos ao ver a série de TV é que Kevin Williamson e Julie Plec se basearam levemente no que estava escrito para elaborar sua trama. O esqueleto principal está lá: dois irmãos que alimentam uma rivalidade se envolvem com uma adolescente de uma pequena cidade (que na série se chama Mystic Falls e nos livros se chama Fell’s Church). De resto, são tantos os aspectos que diferem entre livro e série que fica fica difícil de listar todos: a personalidade de Elena (e a cor do cabelo), a história de como os irmãos se tornaram vampiros, a vida familiar de Elena (agradeçam aos produtores da série pela existência de Jeremy, já que nos livros Elena tem somente uma irmã pequena) são somente alguns exemplos. Na opinião de muitos, os produtores foram capazes de pegar um material de mediano para bom e transformar em uma excelente série.

The Walking Dead (por Micael)A mais famosa série de zumbis da atualidade tem inspiração numa série de histórias em quadrinhos escrita por Robert Kirkman bastante conhecida, principalmente após a AMC anunciar a produção da série. A adaptação da HQ para a televisão gera muitas polêmicas entre os fãs. Primeiro pelo fato da produção televisiva já não ser, principalmente na temporada passada, um grande triunfo em questões de roteiro, e segundo porque os roteiristas responsáveis por adaptar a trama não seguem à risca o que acontece na HQ. Muitos fãs alegam que isso pode ser o grande fator que faça da HQ ser considerada melhor que a série. Entretanto, em sua terceira temporada, parece que The Walking Dead finalmente se encontrou e vem apresentando ótimos episódios, mesmo com algumas significativas diferenças em relação ao texto que a originou.

True Blood (por Maura)O caso de True Blood não é tão diferente de The Vampire Diaries. Baseada em um série de livros de vampiros (e outras inúmeras criaturas) escrita por Charlaine Harris, a produção da HBO aproveitou a febre vampiresca que acometeu o mundo há algum tempo e deu a sua contribuição. No entanto, uma grande diferença entre ela e a série teen da CW é que, no caso de True Blood, não há um consenso de qual seria a melhor versão da história. Alguns preferem os livros, outros já acham que a liberdade criativa que Alan Ball trouxe beneficiou muito os personagens de Charlaine Harris. Liberdades como a criação de Jessica, a “filha” adolescente de Bill que não existe nos livros, ou a permanência de Lafayette, que é um personagem bem menor nos livros (só tendo sobrevivido até o segundo), estão entre as vantagens da série. Já outras, como as mudanças drásticas nos personagens de Bill e Tara, não foram tão bem recebidas entre os fãs. Assim, o melhor é a se fazer é ler As Crônicas de Sookie Stackhouse (até agora já foram lançados 11 volumes) e tirar as próprias conclusões. Por incrível que pareça, ficar fazendo as comparações entre livro e série só aumenta a diversão no caso de True Blood e As Crônicas de Sookie Stackhouse, já que ambas as obras tem seu valor individualmente.

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Não, ainda não acabou. A lista de séries inspiradas em livros e HQs é enorme. Ainda tem:

666 Park Avenue, da ABC, inspirada nos livros de Gabriella Pierce;

A Familia Addams, da ABC, que teve seus personagens inspirados nas histórias em quadrinhos de  Charles Addams;

Agatha Christie’s Poirot e Agatha Christie’s Marple, do canal britânico iTV, adaptações das famosas histórias da Dame Agatha Christie;

Alice, minissérie do SyFy, inspirada nos livros de Lewis Carroll;

Aline, da Rede Globo, foi inspirada nas tirinhas de Adão Iturrusgarai;

Arrowda CW, inspirada nos quadrinhos do Arqueiro Verde;

FlashForward, da ABC, baseada no livro escrito por  Robert J. Sawyer;

 Gossip Girl, da CW, baseado na série de livros de mesmo nome escrita por Cecily von Ziegesar;

Great Expectations, minissérie da BBC, baseado no clássico “Grandes Expetativas”, de Charles Dickens;

Huge, da ABC Family, inspirado no livro de mesmo nome de Sasha Paley;

Jane Eyre, que teve várias adaptações para televisão, sendo a mais recente a de 2006, da BBC, baseado na novela de Charlotte Brontë;

Justified, do FX, inspirado nas novelas  Pronto e Riding the Rap e no conto Fire in the Hole, de Elmore Leonard;

North and Southda BBC, minissérie baseada na obra de mesmo nome de Elizabeth Gaskell;

Pretty Little Liars, da ABC Family, baseado na série de livros com mesmo nome de Sara Shepard;

Sabrina, the Teenage Witch, originalmente da ABC, baseada nos quadrinhos escritos por  George Gladir e desenhados por Dan DeCarlo;

Smallville e Lois and Clark, respectivamente da CW e ABC, inspiradas nos quadrinhos do Super-Homem;

The Carrie Diaries, estreante da CW, também inspirada nas histórias de Candace Bushnell;

The Firmda NBC, inspirada no livro de John Grisham;

The Lying Game, da ABC Family, inspirada nos livros de Sara Shepard.

Entre as séries nacionais, você pode ver algumas neste post aqui.

Vocês tem interesse de ler algum dos livros que inspiraram nossas amadas séries? Já leu algum? Lembrou de alguma série que não está aqui? Comente!

 

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25 comentários, seja o próximo.

  1. Adriano Cesar disse:

    Excelente post!! dá vontade de sair procurando alguns dos livros citados pra comparar as diferenças…que eu me lembre faltou Arrow, baseado no personagem da DC Arqueiro Verde.

    abçs!

    21 de janeiro de 2013 às 16:17
  2. V disse:

    “The Carrie Diares” é a história da Carrie, de “Sex and the City” quando adolescente, como vocês nem falaram nela?!! Aff. A própria Sarah até elogiou a nova série tenn e ela promete!

    21 de janeiro de 2013 às 16:56
  3. Andrezza disse:

    Esse post me deu vontade de ler vários livros, curiosidade bateu forte! Parabéns, Keyla, você teve uma ótima ideia! ;)
    Beijo

    21 de janeiro de 2013 às 19:35
  4. Jeane disse:

    Costumo achar que tanto os livros quanto as séries têm seu valor. Orgulho e Preconceito eu só assisti à versão do cinema(que achei muito boa).Já li alguns livros de Gossip Girl e The Vampire Diaries e é ótimo quando os roteiristas mudam para melhor o que você achava uma chatice na versão escrita(vide a personalidade de Elena e de Chuck nos livros). Parabéns pelo post :)

    21 de janeiro de 2013 às 20:47
    • Keyla Mendes disse:

      Obrigada Jeane! =)

      Assisti o filme do Orgulho e Preconceito antes de tudo. Gostei bastante. Mas depois que assisti a minissérie e li o livro achei que o filme não tem o charme de Jane Austen. As ironias do livro se perderam bastante na adaptação. Já a adaptação da minissérie é ótima e é bem fiel ao livro. Sugiro você assistir a série, é infinitamente melhor que o filme. O filme é só mais um drama de época. E Jane Austen é muito mais do que um simples drama de época. =)

      Também acho interessante quando a série muda completamente a história do livro. As vezes é legal para manter a surpresa.

      21 de janeiro de 2013 às 21:03
  5. Andressa disse:

    Adorei só senti falta de The lying game baseado no livro da Sara Shepard (mesma que Pretty Little Liars)

    22 de janeiro de 2013 às 12:42
  6. Juliano Paredes disse:

    Quem não assistie Longmire, por favor assista, é bem legal, a o post me fez comprar o 1º da série de livros.

    22 de janeiro de 2013 às 22:54
  7. pat disse:

    Gostei mto do post, principalmente pela presença de tantas séries britânicas. Das mencionadas já acompanhei Bones (larguei), P&P (amo!!!), Sense and Sensibility (q pra mim ñ faz juz ao livro) e Sherlock (mal posso esperar pela 3ª temporada). Pra quem é fã de Jane Austen vale a pena assistir a minissérie Emma, de 2009, é mto boa. E outra série britânica maravilhosa é Norte e Sul, baseada no livro de Elizabeth Gaskell.
    ps: só uma correção, o filme Jane Eyre de 2011 ñ foi uma adaptação para tv, e sim uma produção da bbc filmes. Acredito que a produção mais atual pra tv foi a série de 2006.

    24 de janeiro de 2013 às 15:35
    • Keyla Mendes disse:

      Muito obrigada! Os britânicos adoram adaptar livros, principalmente os da Jane Austen. =)
      Norte e Sul é fantástica, não acredito que esqueci, assisti agora no início do ano. Vou adicionar. Vou corrigir o da Jane Eyre também, assisti a minissérie já faz um tempo, acabei me confundindo na hora de pegar no imdb.
      Vou adicionar suas sugestões pat, obrigada! =D

      24 de janeiro de 2013 às 15:50
  8. Magali disse:

    Ótimo post! Sobre Castle: estou lendo o segundo livro dele, Naked Heat, e é muito bom, cheio de reviravoltas… Também tem bastante detalhes que fazem lembrar da série… Quem é fã do seriado vai adorar.

    29 de janeiro de 2013 às 20:06
  9. melissa disse:

    faltou uma das melhores séries de 2012, The Firm.

    3 de fevereiro de 2013 às 22:05
  10. Su disse:

    Ficou excelente o post, ótima ideia :)

    Das séries, assisto Castle, Dexter, GOT, TVD, TWD e TB. Desses li os 2 primeiros das Crônicas de Sookie Stackhouse, de GOT (4 porque em Portugal dividiram cada livro em 2) e de Castle. TVD ofereceram-me em inglês mas nem li porque várias pessoas me disseram que são muito inferires à série. Sobre os que li posso dizer que:

    - (TB) Gostei de ambos os livros assim como das primeiras duas temporadas da série (sim, ainda não consegui terminar a 3ª) embora não façam muito o meu género pessoal. Penso que a grande diferença (além das alterações específicas citadas) é que o livro se centra apenas na storyline da Sookie enquanto a série desenvolve tramas com igual importância dentro do seu universo para vários personagens como o Jason, a Tara, etc que existem no livro mas apenas no contexto do seu relacionamento com a Sookie

    - (GOT) dispensa comentários, todo a gente sabe que os livros são fantásticos assim como a série :) prentendo ler o próximo antes da estreia da terceira temporada

    - (Castle) ainda só li os 2 primeiros mas aconselho vivamente a todos os fãs de Castle e de livros policiais, assim como considero leitura obrigatória para qualquer bom fã Caskett :) pessoalmente gostei mais da história do segundo mas adorei também o primeiro, nem que fosse só pelas personagens pois se trocarmos os nomes parece que estamos a ler um livro sobre as personagens da série! Todos com excepção da Alexis estão representados; no livro o Rook não tem filhos, mas tem na mesma uma mãe excêntrica, o charme dele, os comentários à la Castle é tudo muito familiar. Tem os 2 detetives da equipa da Beckett (neste caso da Nikki Heat) e até a médica legista chamada Laura que é a melhor amiga dela! Talvez a Nikki seja um bom bocado mais atirada e decida que a Beckket, tem aquela aura de “female power” muito forte, nomeadamente no que respeita a relacionamentos, pelo menos em comparação com as primeiras temporadas das série correspondentes aos primeiros livros. Mas isso é ótmimo pois gera fastásticas cenas mais picantes que adorariamos ver na série, e que na altura nesta não passavam de um sonho distante! Além do que é da TV aberta e o livro tem muito mais liberdade nessas cenas. E o mais engraçado é imaginar que na série foi o Caste que escreveu tudo aquilo sendo que é praticamente “autobiográfico”. Ah, para quem não sabe os livros são sempre contados do ponto de vista dela, da Nikki. A única desvantagem é mesmo só haver em inglês para quem não sabe ou tem dificuldade, para mim acabou por funcionar como um incentivo para praticar o meu. Para quem sabe inglês mas não quer gastar dinheiro, pelo menos o primeiro foi lançado online gratuitamente no próprio site da ABC e fica fácil de encontrar o livro na íntegra com uma simples pesquisa no google.

    Obrigada pela chance de partilhar as opiniões com outros fãs e peço desculpa pelo tamanho do comentário ;) não era ter ficado tão gigante!

    6 de fevereiro de 2013 às 15:25
    • Keyla Mendes disse:

      Obrigada Su!

      Castle eu ainda lerei! Estou com ele separadinho aqui no computador, mas ainda não tive tempo de parar e ler. No momento estou lendo GOT, estou no 1º livro. Quero terminar o 3º antes de começar a temporada, mas acho que não vou conseguir.

      Alexis não está no livro? Ah,que triste.
      Imagino que a Nikki Heat seja a versão mais “safada” da Beckett, afinal, é a versão que o Castle imaginava desde o começo da série. hhahaha De vez em quando na série eles comentam sobre partes do livro. Sempre quis saber como é no livro de verdade. =)

      Obrigada você por partilhar suas opiniões. Gosto muito dos comentários grandes! =D

      7 de fevereiro de 2013 às 12:45
      • Su disse:

        Obrigada eu pela sua resposta :)

        Li que a 3ª temporada de GOT vai adaptar apenas metade do terceiro livro, então não precisa ler o livro inteiro até a série voltar, ainda é difícil mas já facilita um pouco já que o livro é mesmo muito extenso! Pelo menos é o que eu vou tentar fazer já que não estou com muito tempo para ler.. Já agora aproveito para acrescentar que acho super interessante o recurso do autor de escrever cada capítulo da perspectiva de uma personagem diferente! Faz a gente perceber o quanto os heróis e vilões dependem da forma como a história é contada, por exemplo no primeiro capítulo da Daenerys pensei logo que se não tivesse lido os capítulos anteriores imaginaria logo o Ned como um “vilão”. Ele é realmente um excelente escritor, apesar de eu pessoalmente preferir histórias um pouquinho mais “cor de rosa”.

        Sem querer pressionar de alguma forma, mas porque gosto muito de ler as suas impressões dos episódios, não vai ter mais review de Castle?

        11 de fevereiro de 2013 às 10:09
        • Keyla Mendes disse:

          Também fiquei sabendo que vai ser só metade do 3º livro. Acho que vai ficar melhor assim, a história fica menos apressada.
          A forma que ele escreve é bem interessante mesmo, ele é um ótimo escritor.

          Vai ter reviews sim, fiquei um pouco enrolada nas últimas semanas e não consegui fazer, mas estou trabalhando nelas. Até amanhã eu publico, ok?

          11 de fevereiro de 2013 às 12:28