Sex and the City 2 – Crítica por uma fã da série | Apaixonados por Séries

Sex and the City 2 – Crítica por uma fã da série

Quando Sex and the City começou, nos indos de 1998, eu tinha dezesseis anos e nenhuma tv à cabo. Então só fui propriamente apresentada a Carrie, Miranda, Charlotte e Samantha em 2002, o que não poderia ter sido mais propício… Já que numa sociedade ainda assustadoramente machista como a nossa, é sempre bom, no início da nossa vida sexual, encontrar mulheres que nos sirvam de modelo, que nos digam que não há nada de errado em transar no primeiro encontro e ainda assim acreditar no amor.

Foi assim que a tão querida Carrie conheceu e se apaixonou por Big e até hoje, inacreditavelmente, centenas de mulheres são julgadas por fazerem coisas simples como essa. Sex and the City, a série, representa toda uma geração de mulheres, seja nos Estados Unidos ou no Brasil, mulheres que estudam, trabalham, se apaixonam, traem, são traídas, casam, se separam, e tornam a se apaixonar. E no meio disso tudo, quem sabe, ainda tem que lidar com o crescimento dos seus filhos, a inconstância dos próprios hormônios e, principalmente, o preconceito da sociedade frente a sua libertação sexual. Quem não se lembra dos olhares superiores que as amigas casadas de Carrie sempre lhe lançaram?

Sex and the City, a série, é um marco para as mulheres da minha geração. E me deixa imensamente triste que o mesmo não possa ser dito dos filmes. Torço pra que pouquíssimas pessoas conheçam as nossas garotas apenas por esses dois longas. Carrie, Miranda, Charlotte e Samantha são, e representam, muito mais do que tem sido mostrado nos filmes, e todos deveriam saber disso.

Para fãs como eu, claro, é sempre bom matar a saudade das garotas. Mas a verdade é que a marca Sex and the City, como referência que tem sido desde a sua estreia, tem se enfraquecido a cada filme que chega aos cinemas.

Sex and the City 2

Feito o desabafo, vamos a crítica desse segundo filme que, sinceramente, eu ainda não consegui me decidir se gostei ou não. Ao contrário de muitos fãs, gosto do primeiro que, embora não esteja à altura da série, pelo menos mantém muito do seu espírito. Espírito esse que, infelizmente, não consigo ver nesse segundo longa. Não posso, de forma alguma dizer que me arrependi de tê-lo visto, afinal é sempre bom matar a saudade das garotas, principalmente quando tudo é regado a uma boa dose de piadas. Mas vou ter que torcer pra que o boca-a-boca não derrube a bilheteria, e o filme lucre o suficiente para garantir a produção de um terceiro. Afinal, uma história como a de Sex and the City não pode terminar assim, tão mais ou menos.

E se você ainda não foi ao cinema, lhe peço, por favor, que pare por aqui e pule para o final desse texto. Não pouparei spoilers e garanto que ir ao cinema completamente no escuro trará algumas surpresas muito bem-vindas.

E, para falar de um filme tão atípico, indevido representante de uma série tão apaixonante, só há uma forma possível: dividindo-o em três partes.

1° Matando a saudade das garotas

É até engraçado que, de certa forma, os longas tenham criado sua própria abertura: New York ao som de Labels or Love. E como é bom voltar a ver a big apple aos olhos de Carrie! E aposto meu futuro primeiro par de Manolos que muito fã vai sentir um arrepio nostálgico ao ver um pedacinho do começo da amizade daquelas quatro quarentonas (ou cinquentonas?), quando ainda não passavam de desconjuntadas moças de vinte e poucos anos.

Todo o começo do filme é uma festa, e o casamento de Stanford e Anthony só vem para coroar esse clima. Como Carrie diz a Big, não é só um casamento gay, e sim a celebração do amor de duas pessoas que transformaram o ódio em amor, dois personagens que também conhecemos há anos, e que ficamos felizes em ver ganhando um destaque maior nessa sequência. E o casamento dos dois acabou sendo tudo o que o de Big e Carrie poderia ter sido, com um pouco mais de purpurina, é claro. O que dizer de Liza Minelli como celebrante daquele casório? Uma divertida surpresa, que acabou por gerar os cinco minutos mais divertidos de todo o filme. Depois de uma tirada inspiradíssima de Miranda (“É uma lei da física, quando há tanta energia gay reunida, Liza Minelli simplesmente se manifesta.”), somos premiados com uma performance já histórica da diva cantando o hit de 2009, Single Ladies (Beyonce). O áudio, claro, já está no Youtube.

O ponto alto do segundo filme é, sem sombra de dúvidas, a comédia. Não tenho riso fácil e me diverti em diversas cenas, principalmente nesse primeiro terço da história. Big e Miranda, sempre mais sarcásticos, são a cereja no bolo para humores negros como o meu, e Samantha, mesmo mais exagerada e estereotipada do que em qualquer episódio de toda a série, garante algumas risadas fáceis. Aqui vale uma observação: será que em todo filme, Michael Patrick King (diretor e roteirista) vai escolher uma das personagens para carregar nas tintas?  Se no primeiro vimos uma desnorteada Charlotte, que soltava gritinhos vergonhosos numa descaracterização completa da personagem; aqui é a vez de Samantha, que se tornou uma louca obcecada por hormônios.

Mas, se o objetivo dessa primeira parte é elogiar os pontos positivos, é necessário um elogio ao desenvolvimento de Charlotte e a atuação de Kristin Davis. A trama criada para a Sra. Goldenblat é extremamente fiel a personagem que aprendemos a amar nos seis anos da série. A maternidade, sempre seu maior sonho, finalmente chegou para Charlotte, e com ela veio a realidade, a dura realidade de ter um bebê chorando 24 horas por dia enquanto você tem que tomar conta de outra filha, também ainda criança. Não deve ser fácil pra ninguém, e com certeza não seria diferente com a nossa Charlotte, sempre tão comprometida com a família.

Mas o fio condutor da trama é sempre ela, Carrie (Sarah Jessica Parker), que infelizmente retorna para essa sequência aparantemente tão perdida quanto nos primeiros anos em que a conhecemos. Ela buscou o amor, o encontrou em Big, lutou por ele, e agora que o tem… Não tem certeza se aquilo era mesmo tudo o que ela imaginava ser. Um pouco descompensada? Talvez. Mas, verdade seja dita, Carrie nunca foi uma heróina típica, de caráter e moral inabaláveis. A Srta. Bradshaw sempre teve seus altos e baixos, muitas vezes mais baixos, e talvez seja justamente por isso que gostemos tanto dela. Falível, como nós, pobres mortais.

Um pouco insatisfeita com o casamento, Carrie tem aquela idéia dos “dois dias separados” que, é claro, não poderia dar certo. Tenho certeza que, ao ouvir isso no cinema, eu não devo ter sido a única a pensar “Ah, Carrie, se Big lhe pedisse isso você surtava!”. Dito e feito, o indefectível Mr.Big (Chris Noth) mais uma vez não nos deixou na mão, e dez minutos depois vimos a mesma proposta sair da boca dele, e Carrie, é claro, surtou. Faz algum sentido? Não, mas Carrie nunca fez mesmo muito sentido.

2° Torcendo por (ou contra) Aidan

Afinal, se houvesse algum sentido naquela mente louca, nunca teríamos nos separado de Aidan (John Corbett). Quem, em sã consciência, deixa um homem daqueles passar? Na vida real, os Bigs não se casam, e é com homens como Aindan que construímos nossas vidas. Mas, claro, Sex and the City, não é um parâmetro fiel da realidade, e na segunda e terceira temporada da série vimos Carrie não só traí-lo, como também pedir seu perdão para em seguida largá-lo novamente depois de uma tentativa frustrada de engatar um noivado.

Entre os fãs da série, sempre houve aqueles que torciam contra ou a favor de Aidan, mas tenho certeza que a grande maioria ficou feliz em revê-lo. Você pode até não achá-lo o par ideal para a transloucada Carrie, mas há de concordar que é um personagem importante na história e que merecia um retorno. E que retorno! O reaparecimento de Aidan foi tratado, nos trailers, como o grande evento desse segundo filme. O problema é que não dá pra construir um grande evento, definidor do clímax de toda a narrativa, em apenas duas ou três cenas tão breves.

E quem conhece a história de Carrie e Big sabe, se ele surtasse e criasse uma briga monstra a partir desse único beijo, então teria enlouquecido. O amor dos dois é muito maior e muito mais complicado do que um simples beijo trocado num momento de fraqueza com um ex-namorado. Eu perdoaria uma traição dessas? Jamais. Mas eu não me chamo Carrie, nem John, e a história dos dois é muito mais complexa do que um simples momento de fraqueza no Oriente Médio.

Muito mais interessante que o momento-flashback de Aidan e Carrie foi a sincera conversa sobre maternidade entre Miranda (a sempre inspirada Cynthia Nixon) e Charlotte. Sinto que esse segundo filme não tenha dado o destaque merecido a Miranda e Steve (David Eingenberg), mas talvez os dois já tenham sofrido em demasiado no primeiro longa. Agora é a vez dela consolar a amiga, que jamais se imaginaria tão perdida ao cuidar de suas duas filhas. Foi um dos poucos momentos em que pôde-se ver, claramente, aquelas duas personagens sendo fiéis a tudo que passaram desde 1998 até aqui.

3° Morrendo de vergonha em Abu Dhabi

É a partir do momento que Carrie retorna ao hotel e interrompe a conversa de Miranda e Charlotte, com a notícia da sua escapulida, que o filme vai ladeira abaixo. Nunca morri de amores por Samantha (Kim Cattrall), mas me recuso a acreditar que uma mulher de negócios importante como ela se comportaria daquela forma sendo convidada por um sheik a estar em seu país. É rude, grosseiro e até mesmo estúpido. Liberdade sexual, sempre, mas sem deixar de lado o respeito pela cultura e pelos costumes alheios. Principalmente estando num CEP que não é o seu.

Quase torci pra que Samantha fosse mesmo pra prisão, e quem sabe lá não se juntasse as prisioneiras para cantarolar algum hit da Madonna? Quem assistiu Bridget Jones – No Limite da Razão deve lembrar do que estou falando, e essa com certeza não é uma boa comparação.

É até difícil escolher qual seria o pior momento do filme. Samantha sendo humilhada em pleno mercado de Abu Dhabi, ajoelhada recolhendo seus pertences e suas variadas camisinhas, ou as quatro indo parar num clube do livro regado à burcas e Prada? Não foram só Carrie, Miranda e Charlotte que morreram de vergonha em Abu Dhabi por Samantha, nós tivemos que enfrentar pelo menos 10 minutos de profunda vergonha pelas quatro e sua falta de noção de realidade.

Com certeza melhor teria sido pra todos nós se elas nunca tivessem deixado New York. E se era pra criar um personagem simpático, porém superficial e idêntico a outro do primeiro filme, porque ao invés de inventarem o mordomo Guarau, simplesmente não trouxeram de volta Louise, da Louisiana?

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Saldo final? Um filme nostálgico e engraçado na sua primeira hora e pouco inspirado em todo o resto… E olha que são quase duas horas e meia de projeção! Faltou coragem para arriscar e criar um roteiro que efetivamente fizesse alguma diferença na vida dessas mulheres. Muitos fãs ficariam irados? Com certeza. Mas provavelmente não deixariam o cinema com a sensação de vazio que fica ao ver personagens tão queridas passeando pela tela por tanto tempo sem nada de significante lhes acontecer.

É sempre bom voltar a acompanhar a vida de Carrie e cia., mas se elas realmente quiserem ser levadas a sério também no cinema, vão ter que demonstrar um pouco mais de maturidade.

E não deixe de conferir o nosso especial sobre a série: Sex and the City – Das Telinhas para as Telonas.


17 Comentários

  • Eu concordo em partes com a sua crítica. Sinceramente, achei esse 2o filme bem melhor que o primeiro, com as histórias sendo mais fiéis às personagens. Vimos a Carrie surtar com o Mr. Big, a Charlotte tendo que lidar com a maternidade, algo que ela sempre quis, Miranda sabendo abrir mão do seu trabalho e Samantha…bem, sendo Samantha.

    Achei a ida delas a Abu Dhabi muito mais divertida do que ao Mexico. Lógico que as cenas da Samantha foram exageradas e ninguém em são consciência agiria daquela forma…mas achei bem a cara dela. Ela jamais conseguiu agir diferente em 6 anos de série, então eu já imaginava que ela, em um lugar tão conservador, acabaria se dando mal. E abstraindo isso, achei as cenas dela hilárias!

    Confesso que fiquei nervosa com a cena em que a Carrie conta ao Big que beijou o Aidan. E adorei o que ela falou pra Charlotte, de ter passado anos apenas querendo que o cara que ela amava, a amasse de volta. Achei muito Carrie. A conversa da Charlotte com a Miranda também foi divertidissima: “I can’t lose the nanny”!

    No geral, achei um ótimo e divertido filme, que logicamente, não está a altura da série, embora tenha achado bem melhor que o primeiro. Mas com certeza irei assistir novamente e ficarei na torcida por um terceiro filme.


    • Tati, você não é a primeira pessoa que eu vejo dizendo que gostou mais desse filme do que do primeiro… O que me deixa feliz! Afinal, se muita gente tivesse se frustrado, como eu, talvez não testemunhássemos a produção de um terceiro. E realmente acredito que SATC merece um terceiro longa.

      Minha crítica já estava enorme e eu acabei nem citando a babá de Charlotte. Aquela foi a melhor cena do filme, e a fala final de Charlotte, confessando que tinha mais medo de perder a babá que o marido foi mesmo ótima.

      Na minha opinião, pro filme ter se saído melhor teria que ter 20 minutos a menos, todos os protagonizados por Samantha. Realmente acredito que exageraram, e muito, com ela. Mas adoro a primeira hora do filme e também vou acabar indo ao cinema novamente!


      • Algumas cenas foram bem desnecessárias mesmo, mas achei que esse filme fluiu melhor…eu confesso que nem senti a hora passar, e olha que eu tô com uma hérnia de disco, há 4 meses de cama e sem conseguir ficar muito tempo sentada. Saí ontem por ser uma ocasião especial hehehe

        Uma cena que eu não vi muito propósito foi a do contrabando…achei super desnecessária. Poderiam ter cortado a correria pra ir embora do hotel (que achei bem engraçada) logo pra NYC.

        Toda vez que a babá da Charlotte aparecia com aqueles peitos de fora e aquela música tocava, o cinema todo ria muito!

        O que eu curti mais nesse filme foi que eu realmente achei ele mais fiel às personagens. Com várias cenas nostálgicas como o Big aparecendo de carro em frente ao apartamento da Carrie e ela olhando pra ele pela janela, o vestido da Dior com estampa de jornal que ela usou…gostei muito das storylines individuais das meninas nesse filme, coisa que no 1o não curti tanto. Achei, por exemplo, as cenas da Charlotte bem bobas com todo aquele lance de não comer nada por ser o Mexico e tal, o Steve ter traído a Miranda, suuuper não curti também.

        A crítica acabou com o filme nos Eua, chegaram a chamar a Samantha de prostituta (sem comentários) e, tirando alguns exageros, eu achei que o filme superou minhas expectativas.


        • As cenas da Charlotte foram, sem sombra de dúvidas, melhores. Como eu comentei na crítica, no primeiro filme ela parecia uma gralha gritante, e agora voltou ao normal. Apesar de não ter ficado feliz com a traição de Steve, acho que foi corajoso da parte dos roteiristas criá-la. Assim Miranda e Steve, dois personagens que gosto tanto, tiveram o merecido destaque. E no final tudo deu certo! E a cena do reencontro dos dois na ponte pro Brooklyn é linda!

          E você criou o corte perfeito! O filme seria inifinitamente melhor se depois da correria no hotel as duas já tivessem desenbarcado em NY. Aquela correria em busca do passaporte (sem contar com a câmera focando insistentemente no passaporte e no tempero horas antes) foi sem sal, o contrabando desnecessário, o clube do livro vergonhoso, e Samantha jogada no chão, sendo humilhada, triste.

          PS: Acho aquele vestido da Carrie horrível, mas adorei revê-lo naquela cena com Big!


    • Também gostei mais desse…na verdade, aos que me perguntam eu digo: pra mim é a parte um e a parte dois… no preimeiro aquele drama que sempre teve, aqueles momentos desesperadores que a única vontade que a gente tem é consolar carrie e amaldiçoar Mr. Big (como Charlotte fez) já o segundo é muito mais divertido, mais inusitado, tem muito disso na série..Samantha roubou o filme, e acredito piamente que tudo que passou é o que ela faria mesmo…(lembro-me dela reclamanda da criança no restaurante e sendo alvo de um macarronada verde, e mesmo assim saindo na classe, coisas dela, nada a derruba) amei o segunda filme, pela saudade, pela moda e também pela história, amei porque os finais foram diferentes dos filmes que vemos hoje, um continua solteira (suei frio quando vi uma foto de samantha de noiva) as outras casadas, com filhos sem filhos..enfim…acho que uma coisa importante que é colocada no filme é levada pra vida real.. a gente tem que fazer as nossas própria regras…enquanto casal ou enquanto solteira!
      Tomara que venham outra filmes (duvido um pouco, infelizmente!) mas acho que o que vier é lucro…


  • Fiquei com mais vontade ainda de ver a série. Será que estou preparada para ela? Tenho medo de ficar em crise…hahaha


    • Mas você já viu o segundo filme? Gostou? Tenho certeza que você vais gostar da série!

      Apesar de andar um pouco desconfiada do seu bom gosto, onde já se viu gostar tanto assim de Glee? hehe


  • Concordo com vc plenamente quanto ao momento #WTF e totalmente dispensável que foi o do karaokê.
    De resto, adorei terem tirado as meninas do meio de maridos, filhos, trabalho e ter sido só elas como antigamente. Como naquele episódio em que elas vão para uma casa de praia,sabe?
    Encarei tudo como um episódio especial divertido, em que elas são apenas elas.
    Ver Charlotte bêbada, Miranda empolgadíssima pagando de chefe de excursão por querer se ocupar, Samantha sendo… Samantha e a Carrie sendo chata e dramática, mas sem darem muito espaço a isso. Foi muito bom.
    Achei muito mais a ver com o que era a série do que o 1º, que ficou meio novelão.
    Que venha o 3º que irei ver feliz XD
    E realmente a sensação foi de matar a saudade de velhas amigas. \o/\o\\o/\o/


    • Erika, achei várias cenas em Abu Dahbi dispensáveis. Confesso que nunca fui muito fã dos episódios que elas viajavam (o de Las Vegas é o melhorzinho) e isso também deve ter influenciado na minha visão do filme.

      Continuo preferindo o primeiro como um todo, principalmente por sentir nele maior laço de amizade entre as quatro… Carrie foi muito idiota com Charlotte, e mesmo pedindo desculpas depois, eu não perdoei! rs

      E que venha o 3° filme \o/


  • Sex And The City é um seriado único para mim. Gostei muito de como você descreveu como é ser mulher em um mundo machista e como muitas mulheres ainda contribuem para tais pensamentos continuarem a existir.

    Mas eu senti muito mais o clima do seriado no segundo filme ao invés do primeiro onde a Miranda, principalmente, parecia um personagem vindo de outro lugar. E o Big? Para mim ele nunca ligaria para a Carrie para pedir pra ter forças pra entrar na igreja como foi no primeiro filme. Mas sou fã, e como o amor é cego eu gosto bastante de tudo relacionado à série (pensando seriamente em comprar os Diários de Carrie… será que vale a pena? 0_0)

    Diversão garantida e o final me deixou muito satisfeita porque se Big desenrolasse o drama Carrie e Aidan, aí ia ser um porre =/

    Que não venha o terceiro filme e sim uma nova temporada como nos velhos tempos na HBO :P

    Parabéns pelo texto, gostei.


    • Realmente, você lembrou algo que pra mim é muito falho naquele primeiro filme. Big ligando pra Carrie, querendo saber se ainda são só “os dois” é no mínimo ridículo.

      Mas eu prefiro a Miranda daquele filme do que desse. Ela sempre foi um pouco ranzinza, e diante de uma traição como aquela, não tinha como ficar diferente.

      Que bom que você gostou do texto, queria mais filmes de Sex and the City só pra ter sempre um assunto tão gostoso de escrever como esse!


  • 29 de maio de 2010 às 18:18
    Larissa d'Eça disse:

    Não, meu único contato com SATC foi através do primeiro filme. Fiquei morta de vontade de ver os episódios, mas cadê a disposição pra correr atrás?
    Quanto a Glee…o problema é que você assistiu apenas o 1º ou os primeiros episódios, né? A série caiu no meu gosto devido a, entre outras coisas, abordar temas sérios de uma forma séria, sem que para isso se torne enfadonha ou se restrinja a uma única faixa etária.

    ;)


    • 29 de maio de 2010 às 18:19
      Larissa d'Eça disse:

      ops, não vi que dava para responder assim. hehehe


    • Pois agora que sei que você nunca viu a série, nem vou mais lhe emprestar Friends. Só SATC pra você não perder o foco! hehe A série é um milhão de vezes melhor que os filmes!

      Quanto a Glee, me empolguei horrores com o primeiro episódio e seu humor negro. Depois vi que não seria tudo tão maravilhoso assim e desanimei com a série. Lá pro sétimo episódio, achei que deu uma melhorada boa, pegou no tranco! E, claro, as músicas são sempre ótimas! Ou seja, até o break eu estava gostando, embora não achasse mais essa coca-cola toda… Aí a série voltou, praticamente apertou o botão de reset em boa parte das histórias e eu enjoei de vez!


  • Cristal!

    Acho SATC unico, incrivel. Sou fã da serie desde de 2004, quando houve todo o bafafa sobre o fim da serie. Comecei a assistir e nao parei mais!

    As pessoas na comunidade oficial do orkut, gostaram do filme, a grande maioria.

    Eu gostei…

    Mas concordo quando vc fala sobre as cenas de Samantha. Poderia ter cortada a cena delas indo buscar o passaporte. Alias eu gostei do fato das mulheres mostrarem suas roupas de grife.
    Pois mostra q elas por debaixo da burca sao mulheres como qualquer outra. So tem outras tradições.

    Charllote, e Miranda!

    Estavamos mesmo incriveis!
    Como eu amo as duas!
    O drama vivido pela Char foi encantador. A cena dela chorando dentro do armario me fez acreditar em como o roteiro poderia se tornar novamente uma serie! e seria INCRIVEL!
    Miranda, se divertindo foi hilario…
    amei muito a personagem mais solta. ela precisava.
    E mostra q mesmo depois de anos, a gente pode seguir outro caminho. Pois Enquanto estivemos vivos sempre a chance de ter outra escolha.

    A carrie, e a personagem q mais me indentifico. Sou como ela. De verdade.
    Tenho minha Srª Big! Sofro muito com essa relação mesmo quando ela nao me dar motivos para sofrer. Pois quem he como Carrie sempre vai sentir a insegurança e o medo, vindo junto com os questionamentos!

    Enfim

    Merece sim um terceiro longa. Para fechar com chave de ouro!


  • Oi, adorei o seu comentário sobre o filme, sou fan da sériee sou uma anomalia entre minhas amigas que preferem Gossip girls,vejo a diferente gritante entre os filmes e a serie.Mais como já disseram “o amor é cego” amei a trilha sonora e encontrar varios figurinos de Carrie novamente principalmente no primeiro filme me fez ter vontade de assistir todos os episódios da serie novamente.Fiquei com saudade de ver a Carrie com Aidan as cenas dele realmente foram curtas demais, concordo que tiveram partes desnecessárias principalmente a do Karaokê que realmente me deixou com vergonha …. mais no final das contas matar a saudade das garotas e saber que ainda ser uma mulher bem sucedida e de bom gosto ainda da ótimos filmes. que venha o terceiro.


  • Caraca, eu sou muito fã de sex and the city… tenho todas as temporadas e como se fosse um ritual assisto dois episodios diários!! Ao contrário de vcs eu conheci as meninas atraves do filme e foi amor a primeira vista… Depois comprei p box de série pra assistir… O 1º filme eu achei incrivel.. tirando a parte dos gritinhos de Charlotte que realmente me incomodaram, afinal ela não dá esses gritos na série.. e o fato de Samantha ter terminado com Smith foi muito inteligente e eu amei…No segundo filme vimos Samantha como ela é.. Uma mulher de negocios bem resolvida que realmente faz sexo com quem ela quiser e o fato de ela estar em Abudhabi onde meio que proibe as mulheres de serem como ela é, teria que entrar em crise e como o MPK fez eu achei super digno.. o único erro do filme foi o que rolou entre o Ainda e a Carrie.. Foi extremamente fraco pra quem acompanhou a série.. Foi superficial e poderia ser muito melhor afinal ele foi um dos amores da vida dela.. POderia ter tido um dialogo bem melhor…. Sintoo muita, muita falta das meninasm afinal eu nao tive a oportunidade de assistir no cinema .. só comecei a acompanhar no final de 2010.. Sonho com um terceiro filme pra ter aquela ansiedade de lançamento.. assistir a estréia.. e tudo mais…. Enfim.. Sex and the city pra mim é a melhor série que existe, ever!!!


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