The Forgotten | Apaixonados por Séries

The Forgotten

Com um quê de Bones e Cold Case, a série “The Forgotten” estreia nesta madrugada no SBT com o nome de “Os Esquecidos”, com a missão de dar um rosto e uma história a vítimas de assassinato não identificadas pela polícia.

Comandando a “Rede dos Esquecidos” (a forma como o grupo se denomina) está Alex Donovan, interpretado por Christian Slater, um ex-policial que, atormentado pelo desaparecimento da filha e após ser afastado das ruas, decide ajudar a resolver casos antes arquivados.

Também fazem parte da equipe Walter Bailey, técnico em telefonia, Candace Buttler, corretora de seguros e, nos últimos episódios da série, par romântico de Alex, Maxine Denver, advogada que se une ao grupo após seu irmão ser assassinado e ter o corpo identificado pela Rede, Lindsay Drake, responsável por ceder espaço físico para a resolução dos casos, e Tyler Daves, um artista que, para cumprir sua pena alternativa, é integrado à revelia ao grupo.

Dentro da polícia, Alex conta com a ajuda da detetive Grace Russel, sua ex-parceira e que vem acompanhando seu drama e decadência profissional após o incidente com sua filha. Já fora dela, a Rede dos Esquecidos possui um grande número de colaboradores anônimos, que enviam informações por meio do website da equipe.

Uma das peculiaridades de “The Forgotten” é que cada episódio é narrado por um (ou uma) desconhecida, que mostra ao telespectador seus últimos momentos de vida e faz, junto com a equipe, um retrospecto dos motivos que levaram a sua morte.

Outro ponto positivo da série é a composição do grupo. Por não se tratar de um departamento da polícia especializado neste tipo de crime, cada membro da rede age de acordo com seus instintos, o que resulta, quase sempre, em saias-justas. Perfeitamente aproveitadas por Alex, é claro, que por ser um ex-policial conhece as regras, mas nem por isso fica livre de cometer excessos.

Apesar de ter trazido bons casos e de ter um elenco relativamente afinado e convincente, a série não emplacou. Originalmente, foram produzidos apenas 17 episódios, exibidos de 22 de setembro de 2009 a 03 de julho de 2010 pelo canal ABC.

A justificativa do cancelamento, claro, foi a baixa audiência, mas isso não impediu os produtores de darem a “The Forgotten” um final digno, item em falta em várias séries de uma temporada só, que raramente levam em consideração os telespectadores que as acompanham.

Ou seja, mesmo em um horário ingrato, “The Forgoten” (ou, como prefere o SBT, “Os Esquecidos”) merece uma chance para contar sua história. Como todos os desconhecidos que ela ajudou a identificar.


28 Comentários

  • Bom artigo.
    Só tenho que contestar a eterna mania de brasileiros acharem que os nomes das séries não podem ser traduzido. É visível isso no artigo.
    A frase “…ou como prefere o SBT, ‘Os Esquecidos’” mostra isso.
    Nossa eterna mania de idolatrar a cultura americana só esbarra na própria realidade.

    Já vi gente reclamando de legendas ‘que não falam tudo o que o personagem falou’ – mas esse povo não sabe, ou faz questão de não entender – que há um limite de caracteres por linha na tradução. São limites impostos pela indústria para facilitar a leitura do telespectador.

    Já vi gente reclamando de título de séries como “Sobrenatural”. Mas, oras! A tradução é Sobrenatural mesmo.

    Acho que fica aquela impressão que se “abrasileirarmos” = traduzirmos o nome da série, ela perde um pouco da magia.


    • Eu já discordo de vc, Gregory.
      Acho que nomes próprios não deveria ser traduzidos nunca. Títulos de coisas se enquadram nessa minha categoria.
      As vezes os nomes que dão às séries são boas traduções, outras vezes não.

      ótimo texto Rosangela. Eu nunca tinha me interessado em ver a série, e você conseguiu despertar uma vontadezinha!Quem sabe não vejo o piloto? hehe


      • Bom, você pode discordar, mas que há um certo preconceito tolo (da parte de todos) há.

        O “achar” nem sempre é livre arbítrio. Às vezes é puro preconceito.
        Eu acho Grey´s Anatomy muito adolescente. O que não impede que muitos adultos assistam. Então eu estou certo ou estou sendo preconceituoso? Acho que preconceituoso. Talvez no dia em que eu sentar para ver uma temporada toda eu até goste. Mas até agora não tive essa coragem.
        Falar “eu assisto two and a half men” é o que separa o fã de verdade do ocasional.
        Porque, é claro, que o “fã de verdade” fala em inglês e jamais em portugues.

        Me parece meio coisa de fãs de musica dos anos passados rsrs…
        Tipo, “eu conheço essa banda e gosto dela porque ela é desconhecida… agora não gosto mais porque todo mundo gosta”.

        Acha que estou sendo radical?
        Então visite alguns países europeus e veja se lá as séries não são todas traduzidas, até na tv paga.

        O engraçado é que novelas e séries brasileiras nos EUA têm os títulos traduzidos para o inglês (então é uma questão de “achar” deles também).
        Mas vamos ser sinceros, quem é que acharia legal um americano falando “yesterday I watched Tieta do Agreste”….
        O tal americano que falasse isso, perderia a “mágia” de ser americano, não é?

        whatever…


        • Não só preconceito, às vezes eu acho que tem um pouco de egoísmo também, mesmo que sem querer. Porque quem reclama das traduções geralmente é a galera que já é fã da série. E quando uma série é traduzida, é pra atrair um público muito maior — que provavelmente vai se sentir muito mais confortável sabendo o título em português (ou em qualquer outra língua materna, dependendo de que lugar se esteja falando). É basicamente esse lance que c falou dos fãs de bandas desconhecidas… até elas ficarem conhecidas.

          Eu não gosto de tradução, acho que muita coisa se perde quando se passa QUALQUER coisa de uma língua pra outra, mas respeito pra caramba o fato de que muita gente simplesmente precisa dessa tradução, não só pra entender o que é a série, mas pro próprio marketing feito em cima dela possa funcionar. A solução é que os responsáveis por elas tomem um cuidado maior, porque algumas realmente são toscas demais. Traduzir ao pé da letra não funciona sempre. E fugir muito disso também é complicado.

          Enfim, concordo um pouco com os dois.

          (E eu nem tô entrando no mérito do que a Rosângela escreveu ou não, só acho legal esse tema que o Gregory apontou e resolvi dar meu pitaco ahahha)


          • Olha Guilherme eu achei tudo o que vc falou totalmente imparcial e bem construído, além do seu raciocínio lógico bem desenvolvido… (raridade hoje em dia entre os fãs de cinema e tv).

            Quanto ao lance da tradução, vamos lá:
            Eu sou tradutor, não traduzo filmes ou séries (mas já traduzi no passado).
            Hoje traduzo videogames.
            Sou muito viciado em séries (americanas principalmente), meu inglês é fluente (de verdade), MAS adoro ver séries sem legenda.
            Não gosto de dublagem porque acho que perde/tira um pouco de sentimento.
            E acho muito dificil uma legenda capturar a mesma emoção passada por alguns personagens, etc. (então vejam que estou sendo imparcial porque apesar de ser tradutor eu não tento empurrar pra ninguém que é legal assistir coisa com legenda ou dublada – cada um faz o que quer fazer).

            Mas, também acho que o povo fica reclamando de “ah que tosco! traduziram TAHM como Dois Homens e Meio”
            Putz, mas é essa a tradução mesmo. Não tem o que reclamar.
            E enquanto aqui todo mundo tem cabo, internet banda larga etc tem o pessoal ai que não fez curso de inglês. Seja por qual razão. Então não dá pra colocar uma série no SBT e deixar o nome original.

            Quem que frequenta um blog desses vai assistir SBT?
            Ninguém, aposto.

            Todo mundo OU baixa da net, OU assiste no cabo, OU compra os boxes de DVD.
            Mas, me parece que é assim “eu amo essa série, eu acompanho, eu sou super fã, ninguém manja mais que eu, então,respeitem a minha série e não traduzam o título porque senão eu vou chamar todo mundo de burro”…
            Meio radical, não?

            P.S.:
            Pra desmistificar uma “certeza” generalizada.
            Um tradutor de um filme ou série não DECIDE o título da obra.
            Quem decide é a distribuidora ou a emissora de tv.
            O Tradutor GOSTARIA de colocar os palavrões e xingamentos nos filmes e séries, mas no Brasil as distribuidoras e redes de tv tem uma censura interna que NÃO PERMITE.
            O Tradutor gostaria de escrever tudo o que o personagem acabou de falar, mas eles têm uma limitação de 31 caracteres por linha e só 2 linhas por vez. (isso não é limitação de software mas sim uma limitação imposta pelas tvs e distibuidoras de filme – pois eles acham que mais que 31 caracteres pode “atrapalhar” a visão do telespectador.

            Então, na verdade o tradutor dessa área filmes/seriados tem várias amarras de todos os lados.
            Ele não decide nada.
            É um pau mandado.
            Vamos “culpar” os padrões da indústria em si!

            Beijo a todos


          • Gregory,

            Realmente seria bom se todos no mundo traduzissem tudo. Falta um pouco de ufanismo ao Brasileiro que gosta do nome original? Talvez. É um pouco egoísmo, como o Guilherme disse? Nunca tinha pensado nisso, mas acho que sim.
            Mas uma vez eu tentei conversar com cara francês, que não conversou comigo enquanto eu não consegui pronunciar o seu nome corretamente. Apesar da chatura, eu achei super justo, afinal, era o nome dele! Quanto à outras coisas, nem ligo muito, mas o nome eu gostaria que as pessoas mantivessem. Na verdade, tem algumas equipes de legenders que adaptam muito bem as gírias americanas à uma equivalente brasileira, acho isso fantástico. Nesses casos, se a pessoa pega o que o cara falou, e tenta traduzir literalmente não vai entender nada.

            E como a Cristal disse abaixo, as vezes cai umas pessoas de paraquedas aqui no blog, procurando por uma série. foi assim que eu comecei no mundo das série. E acredito que muitos outros também.

            E nessa coisa de possessividade com a série, acho que não tenho muito, nem conheço gente que tenha, afinal, quem gosta de série está sempre tentando convencer o outro a ver também, não é?

            e sim, é uma discussão, hehe, uma boa discussão, não uma briga! hahaha. Só tenho da Rosangela!

            É legal poder conversar sobre isso, discutir.. ler opiniões e argumentos que eu nunca tinha pensando antes.

            Abraço,


          • Camila, eu valorizo pra caramba os legenders nacionais…
            Esses que traduzem as legendas sem ganhar NADA! Apenas pelo prazer de que os outros que não sabem falar inglês tenham prazer também.
            É aquele negócio né? Os caras fazem sem ganhar nada. E eu acho isso o máximo.

            Agora, eu assisto muita série, e apesar de não gostar de legenda eu baixo sempre em .rmvb porque é mais rápido pra baixar. Então eu vejo algumas coisas de fãs mesmo.
            Exemplo? O cara coloca TUDO o que o House falou rsrsrs…
            Meu…. fica complicado pro cara que tá assistindo ler aquilo tudo em 2 segundos.

            “Sim, transpassmos a árteria antes que a catótida entrasse em colapso junto com os bronquios pulmonares, e apesar de ela ter dito que veio de Glascow eu acho que todos mentem ao ponto de não sabermos mais se quem vai ganhar as eleições é a Dilma ou o Serra… Chase! Vá na casa da Dilma e chute a bunda dela!”

            hahahaah
            É fogo né?

            Mas sabe por que isso?
            É coisa de fã. Que quer que você entenda tudo o que ele também entendeu.

            Aliás, House continua sendo minha série favorita depois de Lost.


          • Taí, concordo um pouco com os dois, embora nunca tivesse pensado por esse lado, sinceramente. Mas acho que acaba sendo mais egoísmo nosso do que qualquer outra coisa. E nesse “nosso” enquadro gente como a gente, que fala inglês – ou tem uma boa noção – e já é mais que acostumado ao mundo das séries.

            Acho um absurdo a tradução de nomes próprios como “Tiago Potter”, o James, pai de Harry nos livros. Mas acho que faz todo o sentido do mundo que haja as traduções, principalmente as orgânicas, tipo Sobrenatural.

            Sobre a dublagem… Acho um mal necessário. Infelizmente vivemos num país onde o analfabeto funcional é uma realidade. Principalmente, claro, na tv aberta. Só acho um absurdo tv paga, a essa altura do campeonato, não dispor das duas opções. A Fox, por exemplo, é uma piada… As legendas aparecem quando querem.

            Acho que os legenders piratas fazem um ótimo trabalho pra rapidez exigida. Mas às vezes é irreal. É impossível ler as legendas disponibilizadas na net de Studio 60 por exemplo. Ninguém lê tão rápido. Acaba perdendo a graça em detrimento de coisas que poderiam ser facilmente cortadas.

            Só uma correção: Gregory, graças ao Google, vira e mexe alguém cai de paraquedas aqui. E como somos bem indexados, quando há uma estréia dessas no SBT por exemplo, é normal que ocorra. Foi assim com Harper’s Island por exemplo. E a gente sempre gosta de escrever textos que possam trazer essas pessoas, até porque, se nós, blogs de séries, não escrevermos (ainda que raramente) voltados pras séries que estreiam na tv aberta… Quem o fará?


          • Cristal, concordo plenamente. Eu mesmo cai aqui através do Google, e venho ler as análises todos os dias (aliás vamos trabalhar né povo? Tá faltando análise ai, hahaah.

            E venho encher o saco de todo mundo constantemente hahahah
            Vide minha adoração por How I Met Your Mother (Barney Stintson é meu 2ª Deus depois de House)….
            Não quero ver ninguém falando mal de HIMYM, hein?
            Senão vou denunciar vocês no Procon.


          • Fala sério, HIMYM perdeu a graça de vez. O único episódio realmente bom dessa temporada foi o penúltimo, Subway wars, acho.

            E eu já reparei que você não concorda, mas vou continuar achando que minhas críticas (pesadas) a série na temporada passada eram muitíssimo bem embasadas! hehe Principalmente em relação a Robin.


          • Sua chataaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

            eheheheheh

            eu concordo em parte com vc vai…


      • Que bom que gostou do texto, Camila. E, principalmente, que bom que eu te convenci a dar uma chance à série. Vale a pena, vc vai ver..rs


    • Achei todos os argumentos válidos. Concordo um pouco com cada um de vocês.

      Só não curto mesmo essa história de subtítulos. Por exemplo: O.C. – Um Estranho no Paraíso. Não tem necessidade, né?


  • Ah, quero deixar claro que a análise é ótima!
    Jamais contestei a qualidade da análise da Rosangela.

    A escrita da moça é refinada e muito bem feita!


    • Antes de qualquer coisa, queria agradecer pelos elogios, Gregory. Fiquei lisonjeada.

      Sobre a questão da tradução, concordo com vc quando vc comentou sobre algumas traduções se adequarem perfeitamente ao “espírito” da série, como no caso de Supernatural, que aqui virou “Sobrenatural”. O problema é quando traduzem nomes que não deveriam ter tradução, como em Smallville, em que a vidade virou “Pequenópolis”.

      Doia nos ouvidos de qualquer fã, mas eu dei um voto de confiança, afinal foi pelo sbt que eu comecei a acompanhar várias séries.


      • Rosangela, você sabia que “pequenopólis” é a tradução de smallville nos gibis aqui no brasil?
        Pois é, na época dos gibis (desde os anos 60) Pequenopolis era o nome oficial no brasil rsrs….

        Ou seja, eles (empresa brasileira encarregada da dublagem de Smallville) seguiram o que já era antes.


        • nossa.. disso eu não sabia.. mas continua soando estranho..rsrs

          mas obrigada pela informação, Gregory. Agora sempre que ouvir Pequenópolis vou me contorcer um pouco menos..hehe


          • Eheheh pois é verdade.

            Eu não nasci nos anos 60, mas isso é fato.

            Até nos anos 80 eu comprava o gibi do superman e o nome já era Pequenopólis rsrs..


          • hehehehe.

            agora fiquei curiosa para ver se os gibis atuais ainda traduzem o nome..rs


      • Da mesma forma que o Peter, nosso amigo da vizinhança, no princípio era chamado de Pedro Parker, isso mesmo, Pedro.

        Mas a Marvel tomou rumos diferentes da DC no Brasil e já na década de 70, obrigou que o nome do Peter, fosse transposto como Peter, afinal, é um nome próprio.


  • *-* AMOOO The Forgotten, infelismente pra quem não tem tv paga vai sofrer com esse horário. A série comesou a passar no Space na tv por assinatura, vi o promo da série e gostei, e decidi acompanhar a história da série e tenho que diser vale a pena, a série é ÓTIMA. Ontem passou o ultimo episodeo no Space e sim teve um lindo final. A série no meu ponto de vista está recomendadíssima.


  • Umas das séries que está eternamente na minha lista pra summer season… é quando eu procuro as séries policiais que não tem muito destaque. A premissa me interessou, mas eu acabo colocando ela pra trás. Ótimo texto, quem sabe nesse fim de ano eu (finalmente) assista.
    E sobre a discusão aí em cima, eu prefiro falar o nome original da série, seja americana, francesa, brasileira ou sei lá o que. Não é preconceito, é que nem música, ninguém chama a música Yesterday dos Beatles de “Ontem”. Não ligo pro fato de traduzirem, alguns inclusive ficam bons, (vide Sobrenatural), só me irrita é quando colocam um nome terrível. O preconceito de algumas pessoas existe mesmo, mas às vezes é só questão de gosto.


    • Ah não vamos falar “discussão” né?

      Vamos chamar de argumentação.
      Afinal argumentar é bão pra c******
      eeheheh


      • Discussão nem sempre é algo ruim.

        E eu tenho certo problema com algumas palavras… incógnita e disscusão são duas que eu (por algum motivo oculto) adoro falar e escrever. Não me pergunte porque, mas eu realmente ADORO essas palavras rs


  • Concordo com o Gregory em muitos momentos, chega a ser insustentável o nome em inglês de algumas séries.

    Pense da seguinte forma, o cara mal cursou a quarta-série, fala português não fluente e vai assistir “The Secret life of the American Teenager”.

    Sim, concordo que em muitos casos o SBT cria barbaridades, como “Tal mãe, tal filha” e “Um estranho no Paraíso”, qual o problema de “As garotas Gilmore”? O PROBLEMA nesse caso é o dono da emissora que adora um dramalhão mexicano.

    Como já foi dito, lá fora ninguém preserva os nomes das produções brasileiras, nem de outro país. Cidade de Deus virou City of God, Cidade Baixa com Wagner (Maniçoba) Moura, virou Lower City e o Tropa de Elite é o Elite Squad. E não é somente em produções nacionais que os títulos não são preservados, o argentino “El secreto de sus ojos” é “The Secret in their eyes”.

    Então, tá na hora de repensar esse preconceito, pois sim, acho que é pré-conceito, com a tradução do nome das séries. Filmes são traduzidos, livros são traduzidos, séries também devem ser. Mas claro, devem passar longe do crivo do Seu Sílvio.


    • Hahahha
      Perfeito!
      É isso que estou tentando falar desde o começo.

      Agora quer saber qual é a real?
      Os “donos” de emissora (porque hoje não existe nem mais ‘donos’, apenas um grupo de sócios, diretores, etc) não escolhem isso.
      Sabem quem escolhe os nomes das séries? As agências de tradução, legendagen, dublagem, etc.
      Nós, os tradutores, somos apenas paus mandados dos caras (lembrando novamente que eu não faço filmes nem séries – meu lance são games – mas já trabalhei com alguns poucos filmes quando comecei a traduzir).

      Sabe o que é interessante? É que a maiora das agências de tradução são comandadas por pessoas que NÃO são tradutores.
      São homens de negócios, empresários, empreendedores etc.


  • Agora sim, falando sobre The Forgotten…

    Adorei a forma como os episódios começam, com o desconhecido narrando. E também gosto do fato de ser um grupo despreparado para o que está lidando, assim a coisa toda fica menos fria.

    Acho que podeser uma ótima pedida de série tapa buraco!


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