Trilogia CSI parte 3: CSI – Las Vegas
Escrito por
Camila em 16 de novembro de 2009 |
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Em Las Vegas, nós encontramos muito mais análises e conexões entre provas comprovando teorias, não é? A equipe trabalha a noite, o clima tenso e um pouco de mistério estão sempre presente em CSI Las Vegas. Mas, este episódio, The Lost Girls, que deveria fechar com chave de ouro a trilogia CSI, acabou desapontando.
Foi um episódio bem mais ou menos, em sua trama e seu desenvolvimento, com pouco a acrescentar para a história do crossover. Eles deixaram a única vítima sobrevivente ser a única conexão entre os episódios. E para mim ficou parecendo que a Madelaine teve sorte, e isso não parece certo num seriado que trata de fatos e ciência. Não que as pessoas não tenham sorte, mas não num seriado policial como CSI.

Um Langston a gente já não aguenta muito, um Langston culpado não foi muito fácil de ver na tela, deixando a mãe da Madelaine dar bronca e cobrar resultados dele. Tá certo que ele fez a burrice de prometer noticias e informar do andamento do caso, mas não acho que uma pessoa de fora, mesmo sendo a mais interessada no caso, tenha direito de saber sobre uma investigação. Acho que detalhes e informações são confidenciais a policia, não?
Não gostei de não vermos nada mais dos Zetas em CSI Las Vegas.
O Langston voltou de NY, a pista esfriou, e ele com conciencia pesada ficou planfetando na rua, procurando a Madelaine. Aí uma prostituta morre e por acaso as duas vítimas tem uma conexão. O acaso ajuda demais o Langston.
Porque os roteiristas não fizeram uma conexão desse cafetão russo, Dimitri Sadesky, com os Zetas? Qualquer conexão que fosse, um telefonema, um copeiro, que o russo tivesse servido cafezinho, sido manobrista de alguém maior! Minha imaginação vai tão longe.
Pode ser que o grande problema com CSI seja: O Langston, a pequena participação dos outros CSIs e a fuga do básico de CSI, Nem a autópcia da prostitua nós tivemos, reparam? Mas acho que também criei muitas expectativas para este Crossover, ou a “trilogia”. Eu esperava realmente a participação efetiva dos CSIs. O Nick, por exemplo, eu gosto tanto do personagem e do ator, que ele poderia ganhar mais atenção em episódios assim.

Mas CSI é sempre bom, mesmo que não tenha atendido as minhas expectativas, ainda é capaz de prender atenção pelos 40 minutos. E pudemos ver uma boa atuação e produção que é caracteristica em CSI.
Camila, sou obrigada a concordar… deixou a desejar. Não pelos mesmos motivos talvez, porque até gosto do Langston mas porque foi mal entranhada a etapa final do crossover. As dicas do russo ajudaram a desbaratar esquemas em NY e Miami mas só soubemos por um e-mail que Mac e Horatio enviaram pro Langston. Alguém descobriu porque esquartejar as moças? Deram uma forçada de barra quando a Madeline atendeu a um torpedo enviado para toda a rede das prostitutas… Apesar de que a explicação foi inteligente (vergonha e medo de rejeição da família) mas não buscar a polícia para denunciar o sequestro? Quanto à bronca da mãe, achei bem colocada: a família têm direito a obter notícias dos seus quando são parte interessada no caso. Claro que não é preciso saber de tudo mas no caso do episódio, ela havia passado pela cidade e ele omitiu o fato da mãe. Detalhes das provas são objeto de investigação e não devem ser divulgados mais do que o exigido. E é verdade, sempre mostram as necrópsias nos CSI, esse ficou em branco. Mas, como você, sou fã das três séries… não deixo de ver ainda que haja episódios mornos como este, que merecia ter sido melhor explorado.
Beijinhos,
Akasha